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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

domingo, 19 de julho de 2020

PRÉMIO GUERRA JUNQUEIRO DA LUSOFONIA - De 24 a 25 EM FREIXO DE ESPADA À CINTA - NA GÉNESE DO DOURO MARAVILHOSO - ALARGADO A SETE PAÍSES LUSÓFONOS - Brasil e S. Tomé e Príncipe, não figuraram na fotografia e notícia da 1ª escolha: entraram agora na lista dos premiados,


JORGE TRABULO MARQUES – JORNALISTA  - Fotos da  Caminhada, em Março de 2013 -   Desde a   Estação de Almendra-Barca D’Alva, pela ressurreição de uma linha morta que poderá dar nova vida a uma região maravilhosa mas esquecida http://www.vida-e-tempos.com/2013/03/caminhada-douro-acima-ultima-etapa.html

Foto de Jorge Trabulo Marques 
BRASIL E S. TOMÉ E PRINCIPE – Escolha feita à segunda volta - Mesmo assim, ainda ficou de fora Timor e a Guiné Equatorial  - Uma coisa é não haver autores que justifiquem o prémio, outra é navegar-se sem rumo definido.

Começou por ser anunciado, em 08/10/2019, que o prémio Literário Guerra Junqueiro vai estender-se à lusofonia e para além da laureada nacional, a poetisa Ana Luísa Amaral, de Portugal, mais quatro autores de Angola, Moçambique, Guiné-Bissau e Cabo Verde serão distinguidos em 2020 - Há dois dias, foram então acrescentados os nomes de Olinda Beja, de Santo Tomé Príncipe e Sidney Rocha, do Brasil - Distinções que serão atribuídas na 4ºEdição do Freixo Festival Internacional de Literatura (FFIL), a decorrer de 24 a 25 de Julho, na vila manuelina de Freixo de Espada à Cinta, onde nasceu o autor da Velhice do Padre Eterno e Finis Patrie 

Não se compreende, muito bem, a razão pela qual o anúncio dos prémios acabou por ser uma espécie de repescagem à segunda volta – 
Quando se estabelece a fundação de um prémio, com um tão especial objetivo abrangente, não deveria, enveredar-se  pelo  experimentalismo - Esta era a imagem e noticia do jornal regional, NORDESTE em Agosto do ano passado

PRÉMIO GUERRA JUNQUEIRO ESTENDE-SE À LUSOFONIA 08/10/2019 -O prémio Literário Guerra Junqueiro vai estender-se à lusofonia e para além da laureada nacional, a poetisa Ana Luísa Amaral, de Portugal, mais quatro autores de Angola, Moçambique, Guiné-Bissau e Cabo Verde serão distinguidos em 2020.

Os laureados do prémio literário, atribuído no Freixo Festival Internacional de Literatura (FFIL), são autores de quatro de países africanos da língua oficial portuguesa, nomeadamente o Presidente da República de Cabo Verde e escritor Jorge Carlos Fonseca, Lopito Feijó, de Angola, Raul Calane da Silva, de Moçambique e Tony Tcheka, da Guiné Bissau. 
A curadora do prémio, que é atribuído em parceria pela Câmara Municipal de Freixo de Espada à Cinta e pela Editorial Novembro, Avelina Ferraz, explicou por que motivo se alargou a mais quatro países da lusofonia este prémio. “ http://jornalnordeste.com/noticia/premio-guerra-junqueiro-estende-se-lusofonia

ENTRETANTO,  HÁ DOIS DIAS, SÃO ENTÃO ACRESCENTADOS MAIS DOIS NOMES

Freixo Festival Internacional de Literatura premeia escritores lusófonos
O Freixo Festival Internacional de Literatura (FFIL) vai premiar os escritores Sidney Rocha, do Brasil, e Olinda Beja, de Santo Tomé Príncipe, que se juntam a cinco escritores lusófonos anteriormente anunciados, indicaram hoje os promotores da iniciativa.
Os nomeados para a edição de 2020 do FFIL são Raul Calane da Silva (Moçambique), Lopito Feijóo (Angola), Tony Tcheka (Guiné-Bissau), Jorge Carlos Fonseca (Cabo Verde), Olinda Beja (São Tomé e Príncipe) Sidney Rocha (Brasil) e Ana Luísa Amaral (Portugal)

"O FFIL oficializa assim a entrega do prémio literário Guerra Junqueiro nos sete países da Lusofonia, onde o português é a língua oficial", indicou à Lusa a curadora do prémio, Avelina Ferraz, da editorial Novembro.

Segundo os promotores da iniciativa literária, que junta o município de Freixo de Espada à Cinta e a Editorial Novembro, a promoção de uma comunidade lusófona contribui de forma decisiva para o desenvolvimento individual e coletivo, material e intelectual.
Por seu lado, a presidente da câmara de Freixo de Espada à Cinta, Maria do Céu Quintas, disse que "se vivem tempos muito sensíveis e mais do que nunca [é preciso] apoiar a cultura e escrita e falada em português".
"O FFIL já é um movimento cultural de referência para a região, onde a vida e obra de Guerra Junqueiro assumem um papel de relevo", vincou Maria do Céu Quintas.
O FFIL tem início no dia 24 de julho com a entrega do Prémio Literário Guerra Junqueiro à poetisa Ana Luísa Amaral, num espaço "mais intimista e de acesso condicionado", que decorrerá no jardim do Museu da Seda e do Território.

Esta quarta edição vai oficializar a realização do FFIL Lusofonia, que terá lugar em novembro deste ano, caso a evolução da pandemia o permita, em Cabo Verde.
Para assinalar "este momento solene", Freixo de Espada Cinta contará com a presença secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, Berta Nunes, do embaixador da República de Cabo Verde em Portugal, Eurico Correia Monteiro, e da embaixatriz Manuela Jorge Brito, em representação do município da Cidade da Praia.

"Pensar no projeto FFIL Lusofonia é enaltecer a defesa e a valorização da língua portuguesa como património cultural imaterial. Queremos abordar o português de hoje através de uma visão mais ampla, com o devido valor atribuído à dimensão regional ou local", concretizou Avelina Ferraz.

O evento, este mês, inclui também uma conversa com os escritores Lídia Praça e José Manuel Barata-Feyo, na praia fluvial da Congida. Este encontro está marcado para as 11:00 do dia 25 de julho.
O prémio literário tem sido atribuído desde 2017, no âmbito daquele festival, que se realiza na terra natal do escritor Guerra Junqueiro.
Em 2017 o prémio foi atribuído ao poeta Manuel Alegre, em 2018 ao poeta Nuno Júdice e, em 2019, a José Jorge Letria. https://www.noticiasaominuto.com/cultura/1532406/freixo-festival-internacional-de-literatura-premeia-escritores-lusofonos

UM PRÉMIO QUE RECORDA UMA DAS MAIS IMPORTANTES FIGURAS DA LITERATURA DE EXPRESSÃO PORTUGUESA 

Guerra Junqueiro foi uma das personalidades mais importantes da literatura portuguesa do século XIX, e do próprio século XX. Figura com grande dinamismo na crítica social e política A sua obra foi traduzida em vários idiomas proeminentes do “Velho Continente”, estando incluindo em críticas e apreciações internacionais, tanto de fontes literárias como científicas

A sua poesia foi elogiado por diversos contemporâneos, tais como Eça de Queirós, e os também autores e pensadores Sampaio BrunoFernando Pessoa e Teixeira de Pascoaes, tendo o segundo comparado a obra “Pátria” (1896, onde exultou as glórias nacionais, e desprezou o estado no qual se encontrava Portugal) aos “Os Lusíadas” camonianos

Abílio Manuel Guerra Junqueiro nasceu na freguesia de Ligares, em Freixo de Espada à Cinta, no dia 15 de setembro de 1580. Crescendo no seio de uma família tradicional abastada, em que o pai era um lucrativo negociante do que lavrava nesta região trasmontana, sofreu um rude golpe na tenra idade de 3 anos, em que a sua mãe faleceu
Após a implantação da República, estando, na altura que o antecedeu, numa quinta na zona do Douro, tornou-se enviado extraordinário como diplomata na Suíça, nomeadamente na cidade de Berna, onde esteve quatro anos. O seu papel era, desde já, louvado, recebendo uma homenagem em 1911, na própria cidade do Porto. De seguida, estaria em Barca de Alva, a cuidar da quinta acima mencionada. A sua morte viria pouco depois, numa fase de inconsistência política, no dia 7 de julho de 1923, em Lisboa. Em 1963, o seu corpo foi trasladado do Mosteiro dos Jerónimos, onde se encontrava, para o Panteão Nacional - Excertos de 


HOMENAGENS SOB O TEMA "ORAÇÃO À LUZ" Nossa homenagem em 

 
A Comissão das Festas nos Templos Pré-históricos dos Tambores, em Chãs, à semelhança dos anos anteriores, uma vez mais vai  organizar a celebração do Solstício do Verão, que este ano decorre a partir do meio da tarde do dia 21, num sábado – Desta vez, com destaque para duas homenagens e sob o tema “Oração à luz” título de um dos mais belos poemas de Guerra Junqueiro – Ao  Cónego José da Silva (recentemente falecido) com um breve ato litúrgico, na Pedra de Cabeleira de Nossa Senhora, a cujo ato, estamos certo, não deixarão de comparecer muitas das pessoas que tanto o admiravam.




TOMÉ JANEIRO – DE MAZOUCO – ÚNICA PESSOA DE FREIXO DE ESPADA À CINTA QUE QUE  SE ASSOCIOU À HOMENAGEM AO POETA DA “ORAÇÃO À LUZ” - Pormenores em http://www.vida-e-tempos.com/2014/06/solsticio-do-verao-celebrado-com-um-por.html

 Francisco Sidney Rocha de Oliveira  (Juazeiro do Norte, Ceará, 1965) [1]

é escritor, contista, romancista e poeta. Tem cinco livros publicados e foi o vencedor do 54 Prêmio Jabuti, em 2012, na categoria contos e crônicas com o livro O Destino das Metáforas e do Prêmio Osman Lins, em 1985, pelo romance https://www.atelie.com.br/publicacoes/autor/sidney-rocha/

Lopito Feijóo Poeta e ensaísta angolano, João André da Silva Feijóo nasceu a 29 de setembro de 1963, no Lombo, província de Malanje, Angola. Mudou-se para Maquela do Zombo, onde viveu a infância, indo depois para Luanda, onde viveu no Bairro do Cazenga, a partir da sua adolescência.


Licenciado em Direito pela Universidade Agostinho Neto, em Luanda, o autor despertou para a poesia aos 22 anos de idade. Na verdade, já em 1985, publicou o seu primeiro livro de poemas Entre o Écran e o Esperma, que, fruto de grande aceitação por parte dos meios literários, recebeu uma "Menção Honrosa" no concurso de literatura "Camarada Presidente", promovido pelo INALD (Instituto Nacional do Livro e do Disco)._ excerto de . https://www.infopedia.pt/$lopito-feijoo

Jorge Carlos Fonseca, político, jurisconsulto, académico e escritor cabo-verdiano, nasceu em 1950.
Fez os estudos primários e secundários em Cabo Verde e estudos superiores (graduação e pós-graduação) em Portugal e na Alemanha.
O Albergue Espanhol (Rosa de Porcelana Editora, 2017) é a sua terceira obra literária – depois do O silêncio acusado de alta traição e de incitamento ao mau hálito (Spleen Editores, 1995) e Porcos em delírio (Artiletra, 1998) – , num conjunto de dezoito livros publicados (na maioria, versados em Direito Penal, Processual Penal e Constitucional).

Tem colaboração literária dispersa em dezenas de publicações e os seus poemas fazem parte de diversas antologias e obras coletivas em Cabo Verde e no estrangeiro.
É membro da Associação dos Escritores Cabo-verdianos, da Academia Cabo-verdiana de Letras e da Fundação Direito e Justiça. Foi militante das causas da libertação nacional e da democracia cabo-verdianas.
Atualmente, é o Presidente da República de Cabo Verde, reeleito em 2016 para um segundo mandato.
 https://www.wook.pt/autor/jorge-carlos-de-almeida-fonseca/14105

Alana da Silva - Escritor e ensaísta moçambicano, Raul Alves Calane da Silva nasceu a 20 de outubro de 1945, em Lourenço Marques (atual Maputo), em Moçambique.

Licenciou-se em Letras e apresentou à Faculdade de Letras da Universidade do Porto a sua dissertação de mestrado em Linguística Portuguesa, em 2002, intitulada Pedagogia do léxico : as escolhas lexicais bantus, os neologismos luso-rongas e a sua função estilística e estético-nacionalista nas obras Xigubo e Karingana wa Karingana de José Craveirinha.
 https://www.infopedia.pt/$calane-da-silva

Ana Luísa Amaral, - Poetisa portuguesa, natural de Lisboa. Doutorada em Literatura Norte-Americana pela Faculdade de Letras do Porto. Entre 1991 e 1993, foi Investigadora Convidada do Departamento de Inglês na Universidade de Brown (E.U.A). É docente de Literatura Inglesa no Departamento de Estudos Anglo-Americanos da Faculdade de Letras do Porto e Investigadora Associada do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra. É também autora de contos infantis. Está traduzida para inglês e castelhano. Entre a sua obra, contam-se Minha Senhora de Quê (1990), Coisas de Partir (1993), Epopeias (1994), Muitos os Caminhos (1995), Às Vezes o Paraíso (1998) e Poesia Reunida (2000). Na escrita de Ana Luísa Amaral imperam os temas do amor e de aprofundamento dos poemas a partir de tarefas fúteis, do dia-a-dia e, em particular do universo feminino https://www.escritas.org/pt/bio/ana-luisa-amaral
Olinda Beja é poeta e narradora de São Tomé e Príncipe. Porém, com apenas dois anos e meio, saiu de seu país e foi viver em Portugal. Sendo tão pequena, não foi responsável pela mudança de território e muito menos pela história que lhe foi sequestrada. Sua poética traz as marcas dessa vivência e as tentativas de reconstruir, ou construir ao seu modo, a identidade. Ao mesmo tempo, a escritora celebra, na tensão entre os dois mundos, África e Europa, a festa da mestiçagem e o encontro de culturas. Olinda Beja venceu em 2013 o maior prémio literário de São Tomé e Príncipe, o Francisco José Tenreiro, pela obra A Sombra do Ocá. É esta a inquietante e também dramática biografia de Olinda Beja. – Texto de Estella Viana, jornalista brasileira ao serviço da RTE – Feira do Livro/Madrid/junho 2017 https://www.wook.pt/autor/olinda-beja/9243

Tony Tcheka (António Soares Lopes Júnior), natural de Bissau, onde nasceu a 21 de Dezembro de 1951, foi um dos fundadores da União Nacional de Artistas e Escritores, da Guiné-Bissau e é hoje considerado um nome de referência da literatura guineense, com trabalhos em várias antologias, publicadas na Guiné-Bissau, Portugal, França, Brasil e Alemanha. Este livro, que sucede a "Noites de Insónia na Terra Adormecida", editado em Bissau, em 1996, foi lançado no Brasil em Novembro de 2008, durante a Festa Literária Internacional de Porto das Galinhas.
Também jornalista, António Soares Lopes Júnior foi redactor e mais tarde director da RDN-Rádio Nacional da Guiné-Bissau, chefe da redacção e director do Jornal Nô Pintcha. Nesta qualidade criou Bantabá, um suplemento cultural e literário. Como correspondente e analista, trabalhou com a BBC, Voz da América, Voz da Alemanha, Tanjug e, em Portugal, com o Público, a antiga agência noticiosa ANOP, RTP-África e TSF https://www.triplov.com/guinea_bissau/tony_tcheka/index.htm





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