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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Descoberta de gravuras pré-históricas no litoral de São Tomé - Próximo do Padrão dos descobrimentos que poderá relançar a teoria do povoamento anterior à colonização e também de eventuais vestígios dessa época nas baías e praias mais propícias à abordagem e aos primeiros desembarques





Por Jorge Trabulo Marques - Jornalista e investigador 

Arte abstrata no litoral da Ilha de São Tomé?.... Nada de outro mundo - "África tem a maior variedade e algumas das mais antigas pinturas rupestres na terra. África tem muito mais arte rupestre do que qualquer outro continente, com pelo menos 10 milhões de imagens espalhados por mais de 30 países. Pinturas e gravuras rupestres da África, alguns dos quais muitos milhares de anos de idade, são nossa herança, uma herança que nos informa como os nossos antepassados ​​pensavam e percebido o seu mundo. Eles são os primeiros indícios restantes das crenças espirituais / religiosas; eles falam de rica história e cultura da África, e um tempo muito antes de a escrita foi inventada. Em toda a África hoje, pesquisadores gravar e estudar a arte, buscando a sua idade, significado e propósitos originais. Consciente dos problemas de conservação emergentes, Os governos africanos estão a criar planos de gestão e estimular as comunidades locais a se envolverem na proteção da arte.Rock Art da África - TARA Trust For African Rock Art

Punhal encontrado submerso - Ag.2015
Fra Mauro - 1459

Ao longo da costa africana, já haviam navegado fenícios e árabes e o Infante D. Henrique, estava bem informado. A história  nem sempre é um relato fidedigno dos factos. "Se o Infante  D. Henrique e os dirigentes portugueses que se lhe seguiram proibiram a venda de caravelas ao estrangeiro, mandava a lógica que se opusessem igualmente à saída de capitães, pilotos, cosmógrafos (...) e com eles dos roteiros para as novas terras, das cartas de marear e de tudo que ensinasse a nova ciência da posição e da direção do navio e, mais que tudo, da do sol ao meio dia." - In "DÚVIDAS E CERTEZAS NA HISTÓRIA DOS DESCOBRIMENTOS PORTUGUESES"  Luís de Albuquerque.

Não haja, pois, ilusões, quando o Infante D. Henrique fundou a Escola de Sagres, ele já tinha recolhido abundante informação de uma grande parte da costa de África: pelo menos, até ao Golfo da Guiné- A história das descobertas marítimas portuguesas, está empolada e cheia de mitos. A começar pela Escola de Sagres

(Actualização - depois não deixe de consultar a descoberta de um machado do neolítico, referido na obra "A Ilha de São Tomé - Sob o Ponto de Vista Histórico-Natural  e Agrícola",  de autoria de Júlio A. Henriques http://www.odisseiasnosmares.com/2016/01/tome-descoberta-de-machado-do-neolitico.html )

Machado Neolítico - - Júlio A. Henriques




A  admitir-se a existência de gravuras rupestres no litoral da ilha de São Tomé não deixaria de ser um achado deveras significativo e surpreendente, o qual, de facto, a confirmar-se poderá contribuir para o relançamento do estudo do povoamento da Ilha de São Tomé (a que me referi neste site, em ilhas asben e sanam, povoadas por canoas africanas -), entre os que defendem a tese colonial de que as ilhas, ao tempo da descoberta pelos navegadores portugueses, se encontravam desabitadas e aqueles que, como o autor deste site, entendem que havia fortes probabilidades de ali se haverem fixado alguns povos vindos da costa africana, através das suas pirogas - Travessias perfeitamente possíveis,  tal como demonstrei nas várias ligações que efetuei entre as lhas e o continente . De resto, extensões  oceânicas essas, já percorridas por escravos, como atestam documentos históricos, ao procurarem libertar-se da dureza e desumana humilhação, a que eram submetidos pelo domínio colonial

No final poderá ver mais informação atualizada em - Descoberta uma antiga espada, entre outros objetos http://www.odisseiasnosmares.com/2015/08/em-sao-tome-descoberta-de-uma-antiga.html E um antigo punhal  http://www.odisseiasnosmares.com/2015/08/ministro-da-educacao-cultura-e-ciencia.html

Ag 2015 espada descoberta submersa

Não está provado, historicamente – e arqueologicamente, são os passos que ainda não foram dados – que, Anambó, tivesse sido o local onde desembarcaram os navegadores portugueses, pela primeira vez  – Nem se sabe ao certo nem a data, nem os seus nomes e muito menos o sítio exato – Todavia, o que sabe é que foi neste vale que se abre no sopé de altas montanhas, que a colonização começou

Pesquisas - Agosto 2015

Atendendo às excelentes condições de aportagem e de acampamento, é de admitir que pudesse  ter sido um dos pontos da costa, o preferido por anteriores navegações que demandaram a Ilha, antes dos portugueses, as "descobrirem", porém, o que é referido por alguns autores é que, em virtude de contrariedades ou vicissitudes de vária ordem, somente, anos mais tarde, após o primeiro desembarque dos navegadores portugueses, em 1493, as ilhas começaram a ser colonizadas a partir deste  local,  a que então chamaram de Água-Boa, que, com o tempo passou  a ser designado  Água-Ambó (atualmente por Anambó) por ali passar uma ribeira de água potável e de   fácil acostagem, embora povoado por uma orla pedregosa e sem areia, mas que se estendia por uma superfície plana, das poucas existentes na costa voltada a norte e noroeste -Mais tarde mudaram-se para a Baía  Ana  de Chaves, formando ali uma pequena povoação, com aproveitamento  das terras vizinhas, justamente onde se situa  actualmente a cidade de S. Tomé. 

NAQUELA ÉPOCA A PALAVRA DESCOBRIR, SIGNIFICAVA EXPLORAR O QUE JÁ ERA CONHECIDO  

Não há certezas quanto à data exata da descoberta das ilhas  - Diz Luís de Albuquerque: Sabe-se por exemplo que João de Santarém, Pêro Escobar, Fernão do Pó, Lopo Gonçalves e Rui Sequeira estiveram ao serviço de Fernão Gomes. Mas não há registos que nos permitam dizer com segurança qual deles, em que ano, descobriu o quê." - Admite-se, no entanto, que, a Ilha de S. Tomé, teria sido descoberta em 21 de Dezembro de 1471, e, um ano depois, em 17 de Janeiro, a Ilha do Príncipe – Por outro lado, também já, o Almirante Gago Coutinho, em “A Náutica dos Descobrimentos, aludia à palavra “descobrir”, acerca dos “factos náuticos que procederam à  Viagem de ´Álvares Cabral, ao Brasil, citando o livro “Esmeraldo”,  referindo que naquela época, a palavra descobrir, tem o sentido de explorar uma costa que já fora achada antes de 1948”, de “uma exploração, confiada a Duarte Pacheco.~

De um modo geral, salvo os historiadores, que não se limitam a transcrever a tese oficial colonial, que entendeu, arrumar factos históricos ao seu jeito, “todos os historiadores que se ocupam do «descobrimento das ilhas de S. Tomé e Príncipe» concluem que não se sabe ao certo quem foram os descobridores nem a data da descoberta; parece que ninguém se sente à vontade ao tratar do assunto - o que quase sempre acontece com o descobrimento das ilhas da parte oriental do Atlântico. – Diz Armando Cortesão  em  “Descobrimento e Cartografia das Ilhas de S. Tomé e Príncipe
“Convém notar”- refere o mesmo investigador  - “ que desde já e sempre que se aborde tão delicado e controverso assunto, qual o significado a dar à palavra descobrimento, quando se trata de novas terras e em especial no século XV. Já vários historiadores se têm referido ao problema e dele me ocupo mais de espaço no vol. III da minha História da Cartografia Portuguesa, que estou a escrever e cujo vol. II (…)”

A meu ver as palavras descobrimentos e suas derivadas de princípio significavam que a terra respectiva foi reconhecida, provavelmente  redescoberta, tornando-se conhecida de todo o Mundo, estabelecendo-se entre ela e a Europa relações normais, isto é, viagens frequentes, povoamento, colonização, relações comerciais, etc. É aquilo a que se pode chamar descobrimento oficial, como sugeriu o saudoso Com. Fontoura da Costa  

 De tudo ou quase tudo o que foi descoberto, isto é, descoberto oficialmente, se pode dizer que foi redescoberto. João de Barros, cronista sério e quase sempre fidedigno, diz «terem os nossos mais terras descobertas no tempo de D. Afonso V do que achamos na escritura de Gomes Eanes de Zurara», e que quando os nossos primeiros navegadores chegavam a terra até então desconhecida costumavam gravar nalguma grande árvore «este motto do Infante, Talem de Bie11 Faire», por outros navegadores depois encontrado ao longo da costa africana, que julgavam atingir pela primeira vez. Depois de ter mencionado os descobrimentos das ilhas de S. Tomé, Ano Bom e Príncipe, refere-se o cronista a propósito a uma ilha que em 1438 havia sido descoberta pelos Portugueses e de que se perdeu memória
  


(atualização) Após a descoberta das gravuras rupestres em duas pedras, algures próximo  da margem litoral, na presença de dois jornalistas santomenses, a que adiante me refiro, tive o prazer de ali me deslocar na companhia do Coronel Victor Monteiro, Diretor do Gabinete da Presidência da República, que testemunhou, também  com igual entusiasmo,  a importante descoberta arqueológica, tendo-me pedido para, em Portugal, e com a colaboração de estudiosos santomenses, organizar uma equipa de trabalho a fim de  se proceder a um estudo aprofundado neste local e noutros pontos da Ilha, que é justamente os contatos que estou a procurar estabelecer. 


São desenhos, parece não há menor dúvida - Alguns dos quais com linhas paralelas, perfeitamente definidas - Podia aventar-se a hipótese de que tais traços  pudessem resultar da natureza da pedra (embora também não seja de excluir que haja alguns veios naturais à mistura) ou resultantes da  fricção das folhas do coqueiros ou palmeiras, impelidas pelos ventos. Mas tal hipótese é imediatamente posta de lado, uma vez que  tais fricções dificilmente poderiam produzir linhas paralelas, esquematizadas, com tal definição - A sua datação, esse é o único aspeto que falta  compreender.



Ocre Pedra Incised com cross-hatch 
Padrões, datando de 70.000 aC. 
Um dos primeiros exemplos de 
arte pré-histórica da África. 
Compare a geometria  e veja senão existe algo de  parecido



De facto, é de todo conveniente aprofundar a pesquisa, a que me refiro, bem como de eventuais vestígios dos desembarques das primeiras caravelas. Pois é suposto que, os navegadores portugueses, ao desembarcarem nas baías mais abrigadas e tranquilas - esta é uma delas - ali instalassem seus acampamentos, dada a impossibilidade de poderem entrar de imediato floresta adentro, aliás, tal como ainda hoje sucede em muitas áreas do litoral. O mesmo sucedendo com os primeiros navegadores que demandaram as Ilhas

AS CANOAS SÃO AS EMBARCAÇÕES MAIS ANTIGAS DA HUMANIDADE E JÁ DERAM BASTAS PROVAS DE SULCAREM RIOS E MARES


8000 anos atrás, "barco mais antigo conhecido da África" ​​Nigéria. Canoa foi descoberta perto da região do rio Yobe, pelo pastor Fulani,  maio 1987, em Vila Dufuna ao escavar um poço. "Madeira quase negra" da canoa, que dizem ser de mogno Africano, com"inteiramente de material orgânico". Vários testes de rádio-carbono realizados em laboratórios de universidades de renome na Europa e América indicam que a canoa tem mais de 8.000 anos de idade, tornando-se assim a embarcação mais antiga na África e a terceira mais antiga do mundo. 8000 years ago africans invented a dufuna canoe in nigeria






Na  imagem à esquerda, chegou-nos a sugerir tratar-se, simultaneamente, de um misto de gravuras e pinturas - De resto, no tocante à pintura, muito parecida com a da imagem  à direita, considerada a pintura mais antiga da humanidade -Cave Painting, 


São Tomé, 30 de Outubro 2014

Existem gravuras rupestres na Ilha de S. Tomé, a curta distância do Padrão dos Descobrimentos, na Praia de Anambô . Não se forneceu, por agora,  a indicação precisa do sítio, sem primeiro as autoridades se deslocarem ao local e garantirem a sua proteção. 




A única dúvida que poderia subsistir é a de  eventualmente se tratarem de arabescos gravados pelos primeiros navegadores, que é suposto ali terem aportado.  Contudo, uma análise, mais atenta, nos leva a recuar ainda mais no tempo  –Nomeadamente nos núcelos em que o traço é claramente executado por incisão de silex ou ponta de basalto partido.
  
Curiosamente, algo parecidas com algumas gravuras do Vale do Côa.  No tocante às  da imagem à direita, conquanto as formas nos levem admitir desenhos gravados,  só uma análise mais aprofundado poderá definir se são veios naturais da pedra (que é realmente para onde nos inclinamos) ou formas propositadamente gravadas. 

Embora, historicamente, não haja a  certeza se foi nesta ou noutra praia, a verdade é que, além da praia Rosema, Lagoa Azul,  Tamarinos, Micoló, trata-se realmente de uma das baías mais tranquilas, propícias para acostagem, no litoral nordeste de São Tomé  - E, para quem demanda a Ilha, vindo do Norte, este é realmente um dos locais mais tentadores ao desembarque e não os das áreas costeiras de abrupa escarpa - A praia é de cascalho mas oferece boas profundidades, relativamente próximo à margem e uma área de rebentação, relativamente acolhedora - Foi a sensação com que fiquei quando fiz a ligação de canoa, desde a Baía Ana de Chaves, até esta praia e, no dia sguinte, dali retornei.



O achado foi descoberto na tarde em que me desloquei  com uma equipa dois jornalistas santomenses (Adilson Castro do Jornal Transparência e João Soares da Rádio Jubilar, bem como do empresário Manuel Gonçalves, natural de Chaves, afim de ali me acompanharem numa breve homenagem aos bravos marinheiros de 1470, 39 anos depois de ter deixado esta ilha, numa tentativa de travessia de canoa, S. Tomé-Brasil, que acabaria num longa e dramática deriva de 38 dias, de Ano Bom a Fernando Pó.


Em 21 de Dezembro de 1970, por ocasião das comemorações da descoberta de S. Tomé e Príncipe, por João de Santarém e Pero Escobar, partindo de canoa, na véspera, desde a Baía Ana Chaves, quis associar-me à efeméride, hasteando ali bandeira portuguesa, porém desta vez,   a homenagem foi ainda mais expressiva, dado  contar  com os dois símbolos nacionais.

Passo de seguida a transcrever a notícia, divulgada pelo Jornal Transparência.

Inédito:

Descoberta de gravuras pré-históricas no litoral de São Tomé

JT:28.10.2014 - São Tomé e Príncipe – Gravuras rupestres encontradas junto ao litoral  - Relançam a origem do povoamento histórico antes da colonização.


Junto à costa litoral de S. Tomé, foram descobertas várias gravuras, numa pedra meia subterrada de cor acinzentada, de origem vulcânica, com faces rugosas e lisas mas com a maior parte da superfície exposta ao sol – Nuns casos de traço fino por abrasão e de indefiníveis configurações, noutros de traços mais acentuados e geométricos. O que poderá vir a reforçar a teoria dos estudiosos que defendem que o povoamento de São Tomé e Príncipe é bastante mais antigo que o apresentado pelos compêndios coloniais, que alegam que estas ilhas se encontravam desertas, quando os primeiros navegadores portugueses, desembarcaram numa das suas enseadas.





 As gravuras rupestres fazem parte das expressões artísticas mais antigas da história da humanidade – Através da sua análise e datação é possível fazer estudos mais aprofundados sobre a presença humana nos locais onde foram gravadas pelo que se defende uma investigação ampla na área.





A descoberta foi feita por Jorge Trabulo Marque, acompanhado por uma equipa de jornalistas do Jornal Transparência Adilson Castro e João Soares da Rádio Jubilar, que, a seu pedido, acompanharam “o jornalista e navegador solitário” a vários pontos do litoral, nomeadamente nas praias donde partiu para as várias travessias em pirogas, entre as ilhas e o continente, justamente para demonstrar a possibilidade do povoamento das ilhas, ter sido anterior à chegada de outras civilizações.





 De resto, frisa o investigador - não será por mero acaso que as canoas surgem nas cartas do século XVII, com idêntico destaque ao das caravelas. 



De momento, os participantes da descoberta acham prudente não fornecer   a  identificação do sítio, enquanto não se proceder a um estudo mais profundado na área e houver garantias da sua preservação e salvaguarda. 



 Em minha modesta opinião – diz Jorge Marques, que, desde há mais de 40 anos se debruça sobre  a origem do povoamento das Ilhas do Golfo da Guiné  - a história das descobertas prima mais pela ficção e efabulação de que em dar-nos conta do que se verdadeiramente se passou” reconhecendo que o fenómeno da sublimação foi transversal a outras potências coloniais.



Além disso, o investigador constata  que  são as próprias contradições históricas a fornecerem algumas pistas de que,  na altura em que,  João de Santarém e Pero Escobar, partiram do estuário do Tejo, já tinham conhecimento das ilhas que iam procurar -  Pois assim atestam os documentos da época, ao afirmarem  que  "Ao mar do Cabo de Lopo Gonçalves, sessenta léguas de caminho ao loes-noroeste deste cabo, está a ilha que se chama S. Tomé, a qual mandou descobrir o Sereníssimo Rei D. João o Segundo de Portugal, e a povoou" .Breve história das ilhas do Golfo da Guiné..



Os portugueses foram grandes navegadores - E talvez dos maiores  navegadores daqueles épicos tempos. Um país, tão pequeno e com tão fracos recursos económicos, ter feito o que fez, foi realmente uma verdadeira odisseia. Há, pois, que enaltecer a coragem daqueles bravos pilotos e marinheiros. – Todavia, uma coisa é essa coragem e bravura, outra a verdade história – E está não deve ser  ocultada ou pervertida. – Diz Jorge Trabulo Marques

 O estudioso, que viveu 12 anos em São Tomé, é ainda o autor da descoberta dos observatórios astronómicos pré-históricos, situados nos arredores da sua aldeia, em Chãs, de Vila Nova de Foz Côa, conhecidos por Templos do Sol. - Jornal Transparência - Diário de São Tomé e Príncipe


Por Jorge Trabulo Marques - Jornalista e investigador das Origens dos Povos das Ilhas do Golfo da Guiné - Coordenador das celebrações nos calendários solares, por si descobertos, no maciço dos Tambores, Chãs. Foz Côa  -Celebração do Solstício do ... ......Ficção – “arte abstratacta” “neandertal em Gibraltar ..





Um comentário :

António Manuel - Tómanel disse...

Interessante toda esta explicação da descoberta de sinais pré históricos na Ilha de São Tomé.
Sou um daqueles que, não acredito que, em qualquer um dos locais onde os portugueses disseram ter descoberto uma ilha ou qualquer um lugar, não existisse já seres humanos.
Boa viagem e obrigado por esses esclarecimentos.