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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

São Tomé e Príncipe - Ilhas perdidas no meio do Atlântico com eleições Presidenciais à vista - Presidente Manuel Pinto da Costa, assume que o próximo ato eleitoral é da maior importância - Crise no mercado petrolífero, também aqui tem sido sentida

Reportagem de  Jorge Trabulo Marques  - Jornalista 






 ANO NOVO E RENOVADAS ESPERANÇAS PARA UM FUTURO MELHOR  

O ano 2016,  já vai adiantado mas, o meio do mundo fica no Equador, e aqui, os dias e as noites, são sempre iguais, o relógio nunca se atrasa nem adianta – Daí talvez a explicação para que, só em meados de Fevereiro, todos os anos, ainda se festeje o primeiro de Janeiro  - Foi justamente este o espírito que presidiu. no final da manhã, desta última terça-feira, à tradicional saudação, ao Chefe de Estado Santomense, numa das salas do Palácio do Povo, pelo corpo diplomático,  acreditado – Mas, neste caso, o calendário, até poderia mesmo vir a calhar - Não é o caso - As eleições presidenciais vão dar que falar, mas só lá mais para a frente. Por enquanto, ainda se pensa mais no recenseamento eleitoral, isto porque, também aqui, a abstenção, costuma ter níveis preocupantes


 Seja como for, esta festinha, se bem que aparentemente protocolar, não deixa de ser bem-vinda e dar o ar da sua graça, numano de muitas expetativas, regada sumos de laranja e com um brinde de taças de champanhe em honra de todos os presentes e, segundo as palavras de Manuel Pinto da Costa,  a um futuro de paz e prosperidade para os nossos povos e países.
Juntos estaremos a contribuir para um mundo melhor.

Mas, pelos vistos, um tal ambiente festivo também foi sábia e diplomaticamente vivido pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros e Comunidades de São Tomé e Príncipe, Manuel Salvador dos Ramos, do Governo de Patrice Trovoada, que, partilhou, com o Presidente Manuel Pinto da Costa, os apertos de mão e os abraços - Pois, tanto no início da cerimónia, como no final, nunca deixou de estar à altura das duas funções e da sua representatividade.

Os candidatos, ainda não se declaram publicamente, mas, a bem dizer foi dado o mote  - "Estas são eleições da maior importância atendendo à natureza e ao papel do cargo no nosso sistema político. - Palavras do Presidente Manuel  Pinto da Costa, proferias, ao fim da manhã, desta última terça-feira, durante a cerimónia de cumprimentos do corpo diplomático, acreditado no país, confiante de que, mais uma vez, o Povo de São Tomé e Príncipe, vai ser capaz de "dar um exemplo de civismo, de cidadania e de participação,

"Estou certo que, mais uma vez, o povo Santomense saberá dar um exemplo de civismo, de cidadania e de participação, demonstrando, com liberdade e tolerância, a maturidade do nosso regime democrático no qual fomos pioneiros em África.
O país tem um quadro político com condições para prosseguir com um clima de estabilidade política que lhe permita, com respeito e aproveitamento da diversidade de ideias, desenvolver-se num quadro de coesão social que é necessário preservar.
Com efeito, a estabilidade e a coesão social são indispensáveis para que, com unidade, disciplina e trabalho, São Tomé e Príncipe ultrapasse os efeitos da conjuntura internacional e regional difícil"

Coube ao Embaixador da Guiné Equatorial, em S. Tomé, António Ebale Ayingono, decano dos diplomas, o discurso da praxe

No seu discurso de saudação, ao Chefe de Estado Santomense, Manuel Pinto da Costa, o diplomata da Guiné Equatorial, reiterou a disponibilidade e o compromisso coletivo do corpo diplomático no sentido de continuar a fortalecer as relações de amizade e de cooperação, existentes entre os governos e os povos
Referindo-se à crise económica mundial,  considerou que o ano 2015, foi muito difícil para as economias de todo o mundo, mas, em particular, em  África, com consequências muito negativas, afetando os países produtores d petróleo e o seu desenvolvimento estrutural e, laboral

Porém, o diplomata, Ebale Ayingono, não foi apenas expressivo  na sua análise de diplomata profundo observador mas também  nas palavras de simpatia para com o Presidente santomense e com os demais membros  - Sem dúvida,   uma das presenças mais comunicativas, no escol da nata diplomática, distribuindo cumprimentos e apertos de mão –   Imagem cativante  e respeitosa, sempre  amável, dialogante  e sorridente, não se importando de pousar para a nossa reportagem fotográfica, com  outras altas distintivas figuras da diplomacia  - nomeadamente, junto do Embaixador do Brasil, José Carlos Araújo Leitão, assim como do Embaixador de  Angola Alfredo Eduardo Mingas,   da Embaixadora de Portugal, Maria Paula Vieira Ferreira, com o seu estilo de mulher culta e charmosa, a infundir natural simpatia - Tem sido uma excelente representante  da nossa diplomacia nas Ilhas Verdes. 

Ainda sobre o diplomata  da Guiné Equatorial, a avaliar pelo que nos apercebemos, somos de opinião que, quando terminar a sua comissão e o seu Governo o destacar para outras altas funções,  que vai deixar  muitos amigos e muitas saudades, nestas Ilhas





PRESIDENTE MANUEL PINTO DA COSTA, DESTACA O PAPEL DE ANTÓNIO GUTERRES, NA AJUDA AOS REFUGIADOS, 

Pois entende que “Os refugiados não fogem da guerra para irem ao encontro da guerra mas sim em busca da paz que perderam nos seus países de origem-– Palavras do Presidente Manuel Pinto da Costa, proferidas durante a cerimónia de apresentação de cumprimentos do Corpo Diplomático, acreditado em S. Tomé e Príncipe, que aproveitou para distinguir o trabalho realizado pelo Eng. António Guterres, como Alto Comissário das Nações Unidas Para os Refugiados, desejando-lhe as maiores felicidades pessoais e profissionais que desempenhou brilhantemente

UM PRESIDENTE SERENO E OPTIMISTA


Acredito que em 2016 os Santomenses saberão, de novo, dar resposta aos desafios que permitam alimentar a esperança num futuro melhor para as próximas gerações”. – Disse na oportunidade, o Presidente Manuel Pinto da Costa

Ao contrário de Portugal, e de muitos outros países, os santomenses, além de pacíficos são otimistas – Os séculos habituaram-nos às adversidades - A natureza é rica e fértil e criou-lhe um certo espírito tranquilo de sobrevivência – Acreditam que o pior não é futuro mas  passado.

Dai esta expressão otimista do Presidente da República Santomense – depois de agradecer as presenças do  Ministro dos Negócios Estrangeiros e Comunidades, Manuel Salvador dos Ramos, das Senhoras e Senhores embaixadores, Senhores Chefes de missões diplomáticas, consulares e Representantes de Organizações Internacionais acreditadas em São Tomé e Príncipe; Senhores Altos Funcionários do Ministério dos Negócios Estrangeiros e Comunidades.

“É para mim motivo de grande regozijo sublinhar, o relacionamento franco, leal e aberto, mantido ao longo dos últimos cinco anos o que ultrapassou, em grande parte, o mero carácter institucional que caracteriza a diplomacia entre Estados.
Estou seguro que em 2016 será possível continuar a contar com a vossa disponibilidade e empenhamento para aprofundar, ainda mais as relações, entre São Tomé e Príncipe e os países e organizações que representam.

A todos, bem como às respectivas famílias, faço votos para que o novo ano corresponda às vossas melhores expectativas, quer no plano pessoal quer profissional.
Gostaria que transmitissem também felicitações aos vossos Chefes de Estado e de governo, e em nome do povo santomense, o desejo de paz, prosperidade e progresso para os vossos povos.

Queria ainda agradecer as palavras proferidas por Sua Excelência o Embaixador da Guiné Equatorial decano dos embaixadores acreditados em São Tomé e Príncipe"

UM PRESIDENTE SOLIDÁRIO COM AS VITIMAS DOS TERRORISTAS 

É com satisfação que os recebo aqui, hoje, no Palácio do Povo para assinalarmos a entrada num novo ano.
Satisfação, desde logo, por estarem aqui presentes facto que, desde já agradeço encarecidamente.
Permitam-me que vos diga ser motivo de grande apreço pessoal o espírito de colaboração com que sempre contei da parte de Vossas Excelências ao longo desta presidência.


É para mim motivo de grande regozijo sublinhar, o relacionamento franco, leal e aberto, mantido ao longo dos últimos cinco anos o que ultrapassou, em grande parte, o mero carácter institucional que caracteriza a diplomacia entre Estados.

Estou seguro que em 2016 será possível continuar a contar com a vossa disponibilidade e empenhamento para aprofundar, ainda mais as relações, entre São Tomé e Príncipe e os países e organizações que representam.

A todos, bem como às respectivas famílias, faço votos para que o novo ano corresponda às vossas melhores expectativas, quer no plano pessoal quer profissional.
Gostaria que transmitissem também felicitações aos vossos Chefes de Estado e de governo, e em nome do povo santomense, o desejo de paz, prosperidade e progresso para os vossos povos.
Queria ainda agradecer as palavras proferidas por Sua Excelência o Embaixador da Guiné Equatorial decano dos embaixadores acreditados em São Tomé e Príncipe."


OS DESAFIOS DO FUTURO

"Apesar da entrada no novo ano dever ser a ocasião propícia para renovar a confiança e a esperança num futuro melhor, é preciso não esquecer que muitos dos problemas que a comunidade internacional enfrenta, se mantêm.

Aos desafios complexos que persistem e que continuam a ser motivo de preocupação, juntam-se outros, neste mundo em permanente mudança, como é o caso do vírus Zika que a Organização Mundial de Saúde considerou há poucos dias uma emergência de saúde pública de âmbito internacional.

Este é um exemplo de que permanentemente surgem novos desafios, o que demonstra bem a necessidade de ser cada vez mais necessário reforçar a cooperação, bilateral e multilateral aumentar a solidariedade entre governos e povos e aprofundar o papel das organizações de âmbito global.

E é neste âmbito que a diplomacia se assume nos dias de hoje como um instrumento fundamental na construção de pontes e na promoção do diálogo, necessário para encontrar as respostas adequadas e eficazes a problemas que não têm fronteiras.
É o caso também do terrorismo que continua a ceifar vidas inocentes, que São Tomé e Príncipe condena firme e convictamente seja qual for a latitude em que aconteça e que exige mais do que nunca uma resposta global orientada para vencer esse flagelo.
Gostaria de, em meu nome pessoal e do povo Santomense, de manifestar solidariedade em geral aos povos e países vítimas destes verdadeiros atentados à humanidade e, em especial, aos nossos irmãos nigerianos e à luta que as autoridades da Nigéria travam contra o terror do Boku Haram.

Os trágicos acontecimentos que se repetem, devem ser motivo para redobrar a determinação no combate à barbárie e para vencer a luta que é necessário continuar a travar sem qualquer espécie de capitulação.

A violência nunca será uma solução e é necessário ter esperança que a comunidade internacional saberá somar esforços para vencer essa guerra e preservar esse direito fundamental que é o direito à segurança de pessoas e bens.

A este propósito gostaria de aludir ao fenómeno que é a onda de refugiados a maior desde a segunda guerra mundial, saudar e enaltecer os países que, resistindo à demagogia dos apelos securitários, têm procedido ao seu acolhimento com a dignidade própria que todo o ser humano merece, sobretudo quando foge do terror.
Esta é uma atitude que merece o aplauso generalizado e a tenacidade para saber distinguir que os refugiados não fogem da guerra para ir ao encontro da guerra mas sim em busca da paz que perderam nos seus países de origem.

Este fenómeno dos refugiados é mais um desafio que vem demonstrar a necessidade de encontrar respostas globais para problemas globais e esta é uma marca deste século XXI que a comunidade internacional não deve ignorar, a coberto de interesses próprios ou regionais.
Permitam-me distinguir, a este propósito, o excelente trabalho realizado pelo Engenheiro António Guterres como Alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados, desejando-lhe as maiores felicidades pessoais e profissionais ao cessar as funções que desempenhou brilhantemente ao longo de dez anos.

Senhoras e Senhores Embaixadores
São enormes os desafios que África continua a enfrentar e que transitam de ano para ano.
A instabilidade, as ameaças à paz, os conflitos, o terrorismo, as doenças, a pobreza e a fome só podem ser vencidos se continuarmos a trilhar um caminho de desenvolvimento e de progresso.

É um caminho que exige tenacidade, persistência, cooperação, troca de experiências, diálogo e uma aposta cada vez maior no multilateralismo para encontrar soluções comuns para problemas comuns.
Gostaria de saudar e felicitar o Presidente do Chade Idriss Deby pela sua eleição para o cargo de Presidente da União Africana, com votos dos maiores sucessos na liderança de uma organização cujo papel é fundamental para o continente e para o mundo.
Estou seguro que as suas capacidades políticas aliadas ao seu profundo conhecimento dos dossiers estruturantes da organização, nomeadamente da agenda 2063, fazem augurar um mandato com avanços significativos a nível da sua implementação.
O reforço das organizações africanas, no renovar do espírito e dos ideais que presidiram à luta pela libertação, é a única via para alcançar esse sonho de uma África desenvolvida, moderna e com condições de vida digna para todos os seus filhos.

À persistência da crise económica internacional veio juntar-se mais um sério obstáculo a essa luta constante pelo desenvolvimento que é a crise no mercado petrolífero, resultante da queda continuada dos preços, com um particular impacto na economia da região do Golfo da Guiné.

Esta é uma conjuntura que afecta importantes parceiros de São Tomé e Príncipe e cujas consequências são ainda imprevisíveis nomeadamente no nosso país e que importa ter internamente em consideração.

Neste contexto económico adverso gostaria de agradecer o esforço dos vossos países e organizações em manter o nível de apoio ao povo de São Tomé e Príncipe e grau de envolvimento no processo de desenvolvimento do país.

A resposta à crise através da diversificação económica em curso em Angola e na Guiné-Equatorial, nossos tradicionais parceiros, deve ser sublinhada e seguida com atenção para que São Tomé e Príncipe consiga também atenuar os efeitos na sua economia e nas condições de vida do seu povo. Nesta difícil provação económica, São Tomé e Príncipe deve reequacionar a organização dos sistemas produtivos, conferindo uma maior importância à produção agrícola, ao turismo e à indústria nascente como vectores económicos estruturantes.

CONFIANTE DE QUE AS ELEIÇÕES CONSTITUAM MAIS UM EXEMPLO DE CIVISMO E DE CIDADANIA





"Vão realizar-se eleições para o Presidente da República.
Estas são eleições da maior importância atendendo à natureza e ao papel do cargo no nosso sistema político.

Estou certo que, mais uma vez, o povo Santomense saberá dar um exemplo de civismo, de cidadania e de participação, demonstrando, com liberdade e tolerância, a maturidade do nosso regime democrático no qual fomos pioneiros em África.
O país tem um quadro político com condições para prosseguir com um clima de estabilidade política que lhe permita, com respeito e aproveitamento da diversidade de ideias,desenvolver-se num quadro de coesão social que é necessário preservar.

Com efeito, a estabilidade e a coesão social são indispensáveis para que, com unidade, disciplina e trabalho, São Tomé e Príncipe ultrapasse os efeitos da conjuntura internacional e regional difícil.

Às dificuldades que temos cá dentro juntam-se as que existem lá fora e nesta conjuntura é ainda mais necessário que saibamos identificar e pôr de parte querelas inúteis, unindo esforços em torno do superior interesse nacional.
Independentemente dos ciclos eleitorais a democracia Santomense tem condições de continuar a investir nas  pessoas, em especial nos jovens, que são o seu maior capital de esperança e na melhoria das condições de vida do povo.

Só desta forma é possível levar a cabo as reformas estruturais indispensáveis à modernização do país, em sectores fundamentais como a educação por exemplo, mobilizando as energias dos cidadãos e da sociedade para assegurar as mudanças indispensáveis para vencer a inércia dos interesses estabelecidos, da corrupção e das formas de enriquecimento ilícito, tudo com sistemático prejuízo para o interesse nacional.
A educação é, como sabemos, o problema de base do continente Africano. Trata-se do alicerce fundamental da Democracia e do Estado de direito democrático. É sobre este alicerce que os países africanos e o Estado Santomense, em particular, têm que fundar o presente e o futuro, rumo ao desenvolvimento económico sustentável e ao bem-estar da população.

Este é o grande desafio do Governo e de todos nós, como pais: estudar, avaliar, repensar, restruturar o nossos sistema de ensino, moldando os programas, de acordo com as necessidades e com as opções estratégicas de desenvolvimento do país.
A nossa esperança assenta na restruturação e consolidação de um sistema de ensino que seja verdadeiramente inclusivo, especializado e adaptado em função das necessidades das populações e do desenvolvimento sustentável.
Senhoras e Senhores Embaixadores,
Não pretendo alongar-me mais.

Como tenho afirmado ao longo destes anos de mandato, a cooperação, quer bilateral, quer multilateral, desempenha um papel fundamental no percurso rumo ao desenvolvimento que São e Tomé e Príncipe tem procurado trilhar.
Mais uma vez, agradeço o contributo decisivo que os vossos países e organizações internacionais têm dado a favor deste desígnio que é a conquista do progresso ao serviço da melhoria das condições de vida do povo e da luta contra a pobreza.

Acredito que em 2016 os Santomenses saberão, de novo, dar resposta aos desafios que permitam alimentar a esperança num futuro melhor para as próximas gerações.

Termino renovando os votos de um bom propondo um brinde a um futuro de paz e prosperidade para os nossos povos e países.
Juntos estaremos a contribuir para um mundo melhor.

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