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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

sábado, 10 de setembro de 2016

M.P. do Tribunal de Aveiro quer condenação severa de Elias Costa, a residir em Angola - Porém, a Assistente da acusação, vai mais longe pede prisão efetiva para a leitura da sentença marcada para o final deste mês. - O ex-secretário-geral da Associação de Cooperação para o Desenvolvimento SUL, sediada em Aveiro, uma vez mais primou pela ausência - Acusado de ter desviado verbas, que ascenderam a dois milhões e meio de escudos, antes do euro - Usadas em beneficio pessoal: luxos e viagens – Advogada oficiosa bateu-se pela sua defesa, pese a ter desconsiderado.

Fomos lá para questionarmos Elias 
Por Jorge Trabulo Marques - Jornalista . Informação e análise 

(atualização)


Hoje no Tribunal de Aveiro – Elias Costa - condenado a 3 anos de pena suspensa, por crime de peculato, Que poderá tornar-se pena efetiva se não pagar 13.470 mil euros de indemnização à Associação de Cooperação para o Desenvolvimento SUL, sediada em Aveiro, na qual foi dirigente – Absolvidos pelos restantes crimes por trem prescrito.

Elias Costa, natural de São Tomé e Príncipe, antigo estudante da Universidade de Aveiro de eletrónica e telecomunicações, atualmente a residir em Luanda, no bairro de Alvalade, uma vez mais não compareceu no Tribunal de Aveiro, agora para a leitura da sentença, que foi proferida na sessão que teve início às 14 horas de hoje

De referir, que, Elias Costa, vinha acusado de 3 crimes de peculato, 3 crimes de falsificação, 1 crime de fraude na obtenção de subsídio ou subvenção, 1 crime de desvio de subvenção subsídio ou crédito bonificado. Foi condenado por: 1 crime de peculato na pena de 3 anos de pena de prisão suspensa mediante o pagamento do Pedido de Indemnização Civil em que foi condenado solidariamente com a Sra. D. Estelle, ou seja, do valor de € 26,940,02, terá de pagar 1/2, € 13.470,00 em 3 anos, isto é, o valor de € 4.490,00/ano acrescido de juros.

Contamos dar pormenores do acórdão, logo que possível. Entretanto, na sequência de um requerimento, fomos autorizado a consultar o volumoso processo de cerca de 2000 páginas, onde constatamos, que, Elias de Jesus Ferreira dos Santos Costa, está devidamente identificado nos autos, com a indicação da sua morada em Luanda, tendo ele próprio optado por esgrimir a sua defesa (o que não é muito usual) se bem que dando conhecimento dos seus argumentos igualmente à sua advogada oficiosa. Tendo declarado, nomeadamente: "eu me arrependo amargamente por ter passado recibos da Comunicar, pensando que estava a ajudar um amigo. Lamento profundamente de não ter aproveitado a oportunidade para processar criminalmente Rui Correia e sua esposa Teresa"




(actualização 11-09- 2016 ) Elias Costa – HÁBIL E PERIGOSO MANIPULADOR  Esta notícia é fabricada por Elias Costa – E inteiramente falsa - O Ministério Público de Aveiro não acrescenta nada de novo ao processo. 
A Interlusófona acompanhou a sessão de alegações finais do julgamento de Elias Costa, realizada no dia 9 de Setembro no Tribunal de Aveiro. O Ministério Público diz que dá como provadas as acusações que pesam sobre Elias Costa. Entretanto, a defensora pública nas suas alegações foi perentória ao afirmar que essas acusações não se encontravam provadas. http://www.interlusofona.info/aleg_ec.php

O ENVIADO DA INTERLUSÓFONA  DEVE SER ALGUM INVISÍVEL EXTRA-TERRESTRE

Elias Costa - Continua com a sua imaginação de hábil falsário a trabalhar  -  Fez publicar nas redes sociais um texto, totalmente  inventado pela   sua imaginação, para, junto da opinião pública, baralhar as alegações que foram produzidas no Tribunal de Aveiro, na manhã de 7 de Setembro,, em  sessão pública, e com a presença do coletivo de juízes, um funcionário judicial e, tendo como público assistente,  apenas duas pessoas: dois jornalistas: eu próprio e o jornalista Noticias de Aveiro, que, ainda na manhã desse mesmo dia fez publicar este artigo on line:


Excerto: Do Noticias de Aveiro  (...) "O ex-secretário­- geral da SUL ­ Associação de Cooperação para o Desenvolvimento, julgado em Aveiro por alegado desvio de 20 mil euros, há 16 anos, remeteu ao tribunal vários documentos, incluindo uma entrevista, em sua defesa. (…) A ex­companheira, também arguida, vai ser julgada em separado por estar em paradeiro desconhecido. Nas alegações finais, a Procuradora do Ministério Público deu como provado que o arguido e então esposa abriram uma conta "ao arrepio da direção, embora aproveitando uma ata" que o poderia permitir. Assim como o desvio de quantias de subsídios entre 1999 e 2000, "que utilizou em proveito próprio". Dinheiros que serviram para despesas pessoais, entre outras, em gastos com oficina do carro, alojamento, óculos, restauração e viagens. "Foi gasto em despesas privadas do casal", disse. O MP deu como provada também a apropriação de objetos e uma falsa campanha de fundos para Timor MP pede condenação de ex-secretário-geral da SUL pelo desvio de 


RELATO DA SESSÃO DAS ALEGAÇÕES 


Ontem, dia 9 de Setembro, no período da manhã, decorreu no Tribunal de Aveiro, a sessão de alegações finais do caso de desvio de avultadas averbas, da "SUL" Associação  de Cooperação para o Desenvolvimento, com sede em Aveiro, formada  em Fevereiro de 1991, constituída  como organização não governamental  para o desenvolvimento, de utilidade pública, sem fins lucrativos, lesada por um cidadão santomense e uma cidadã francesa, com residência então fixada também em Aveiro, vivendo na altura em comunhão de facto, acusados da subtração de avultadas  verbas, que, nalguns casos, ascenderam a quase dois milhões e meio de escudos, o que, mesmo antes dos euros, eram importâncias astronómicas, com as quais era possível fazer vida larga e viajada,  que foi justamente a vida que terão feito os dois arguidos, enquanto não foram desmascarados, os quais, após a instauração do processo crime, se puseram na alheta. 

Perante a ausência dos mesmos arguidos, o  Ministério Publico deu como provados três crimes de peculato, três crimes de falsificação, um crime de  fraude na obtenção de subsídio  ou subvenção, um crime  de subvenção . subsídio ou crédito bonificados, contra  Elias de Jesus Ferreira dos Santos Costa, solteiro, natural de S. Tomé,  filho de Manuel Quaresma Santos Costa e de Dionísia Ferreira de Jesus Maria da Costa, e contra Estelle Michell  Sophie Perin, solteira, de nacionalidade francesa, filha de Jean Pierre Georges Perin e de Michelle Madeleine Henriette,que, ao tempo, em que os referidos crimes foram praticados, viviam como de um verdadeiro casal se tratasse, sendo também os únicos membros que não exerciam qualquer outra atividade, sendo, por isso, os mesmo que eram responsáveis a tempo inteiro da referida instituição. o que lhes permitiu usar e abusar dessa situação privilegiada, ante o desconhecimento  dos demais membros.

Os dois arguidos abriram uma conta em nome da instituição, que apenas poderia ser movimenta pelos mesmos, e promoveram campanhas de recolha de fundos, sem conhecimento dos órgãos sociais, chegando a forjar uma declaração do então ministro da administração pública e do trabalho de São Tomé e Príncipe.

O antigo estudante de eletrónica e telecomunicações da Universidade de Aveiro, voltou a não comparecer ao julgamento - Nas alegações finais, a Procuradora do Ministério Público deu como comprovado que o ex-secretário-geral da SUL - Associação de Cooperação para o Desenvolvimento e a então sua esposa abriram uma conta "ao arrepio da direção, como o desvio de avultas quantias de subsídios entre 1999 e 2000 – Assim como a falsificação da assinatura do Presidente da Câmara de Aveiro e selo branco. Recentemente mandou uma série de documentos, e até cópias de entrevistas para o Tribunal, autoelogiando-se e arvorado em vitima mas parece não terem servido de convencimento das suas pretensões

Assisti à audiência  e estou aqui, para lhe dar conta do que pude observar e do que me foi  possível informar-me - Sem dúvida, conquanto não se tratem dos mediáticos casos que têm feito manchetes nos jornais, de escandalosos processos de  corrupção e fraudes, na banca,  não deixa, no entanto, de ser um caso que não pode deixar de ser severamente condenado pelas leis da justiça e de deixar de ser censurado  publicamente - Tanto mais que as avultadas verbas, em vez de serem canalizadas para ajudar,  nomeadamente em projetos de desenvolvimento nas antigas colónias de Timor­-Leste e de S. Tomé e Príncipe, e, especialmente aqui, de modo a minorar a situação da difícil sobrevivência de centenas de crianças e adultos, especialmente na Ilha do Príncipe, que era para onde a referida Associação, tencionava implementar os seus programas sociais, acabaram por ser desviados para vida faustosa e luxuosa  de Elias Costa e a sua cúmplice, Estelle Perin em conjugação de esforços e idênticos desígnios, com diversas viagens ao estrangeiro, com viagens pela Europa e outros continentes, sob os mais diversos pretextos.

Estelle Perin, cujo paradeiro se ignora, deverá vir a constar de processo separado - Quando a Elias da Costa, que, em dada altura do processo também chegou a ser considerado contumaz, indicou ao Tribunal, com termo de termo de identidade e residência, na casa de sua mãe, em Sintra, as apenas por mera formalidade processual, já que, mais uma vez, não  compareceu ao julgamento, vivendo no estrangeiro, se bem que sendo contatado pelo Tribunal e a sua advogada por via eletrónica 


A abertura da referida sessão começou com a referência aos vários documentos que o arguido enviou diretamente para o Tribunal, entre os quais  uma estranha entrevista concedida a um jornal on line brasileiro, com o manifesto intuito de arquitetar  a sua defesa, de se  autoelogiar e, em vez de assumir os seus erros, como arguido ou apresentar desculpas e arrependimento pela prática dos seus crimes, vem arvorar-se  em vitima: 

TRIBUNAL RECEBEU OS DOCUMENTOS (INCLUINDO AS ENTREVISTAS) QUE DEVERIA ENVIAR UNICAMENTE ATRAVÉS DA SUA ADVOGADA - ACEITES, CERTAMENTE, PARA AFERIR DO PERFIL PSICOLÓGICO DA SUA CONTROVERSA PERSONALIDADE

Pelo que depreendo,  tais documentos, conquanto não fossem rejeitados pelas partes, no entanto,  pelos vistos, também em nada terão alterado os fundamentos da acusação, que, de seguida, ali haveria de ser dada como provada pela Procuradora do M.P.  

Pelo contrário, ficou-me a  sensação de que, um tal procedimento, até teria sido contraproducente: pois, certamente, que outra advogada de defesa teria imediatamente descartado a sua responsabilidade, já que, o elementar dever impunha que os mesmos documentos, fossem exclusivamente canalizados através da sua advogada oficiosa, a qual, pese a desconsideração de que foi alvo, e conquanto pudesse enveredar pela via mais fácil, podendo apenas limitar-se ao linear de concordo ou do abstenho-me, nem assim deixaria de bater-se, de forma muito viva e consistente, em sua defesa do seu constituinte, tal como  explicarei mais à frente-

Na verdade, pelos que me foi possível deduzir, as  habilidades de Elias da Costa, com as quais  já lograra avultados proveitos materiais,  não convenceram o coletivo dos seus propósitos. Ele julgaria, certamente, que ia deitar fumaças nas suas patifarias, mas não nos pareceu que surtissem efeitos positivos.  Uma vez que,  a Procuradora do M.P. ,  não deixou de ir ao cerne da sua conduta e de a frisar:  alegando que, Elias Costa "ausentou-se sem comunicar e esteve contumaz", "não tendo por esse facto facilitando a descoberta da verdade"


LARGOS MILHARES DE ESCUDOS, EM PROVEITO PRÓPRIO, DESVIADOS POR ELIAS COSTA E A COMPANHEIRA, ESTELLE PERIN – SUBTRAÍDOS À ASSOCIAÇÃO DE COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO


Segundo as nossas fontes, a investigação comprovou que - As receitas da “SUL” – Associação de Cooperação para o desenvolvimento, entre os meses  de Agosto de 1999 e Fevereiro de 2000, acenderam a 2.496.170$00, entregues aos arguidos fruto das funções que desempenhavam nos órgãos sociais daquela associação, as quais passaram a ser depositadas numa conta aberta por Elias Costa,  quantias  estas, obtidas pelos arguidos, de comum acordo e em conjugação de esforços, utilizando-as em proveito próprio, as quais provocaram  a descapitalização da “SUL”, Associação de Cooperação para o Desenvolvimento” 

ALEGAÇÕES FINAIS – PEDIDA SEVERA CONDENAÇÃO

Nas alegações finais, a Procuradora do Ministério Público deu como provado que o arguido e a sua esposa, em comum acordo e em conjugação de esforços, aproveitando-se das funções que desempenhavam nos órgãos sociais da associação de Cooperação para o Desenvolvimento, (SUL) gizaram um plano para se apropriarem das receitas desta associação, que passaram a ser depositadas na conta que abriram num banco, com o NIB pessoal do arguido., provocando grandes transtornos e a sua descapitalização.

Na referida conta, que se prolongaria quase por dois anos – 1999  e  2000 -  foram depositadas várias tranches de avultadas verbas, ao arrepio daquela Associação, oriundas, nomeadamente do Instituto  Português da Juventude, algumas das quais (segundo as nossas fontes), ascendendo  a quantias  de um milhar  e meio de escudos, além de muitas outras, embora de importâncias menores mas que, totalizariam  elevadíssimas somas utilizadas em seu proveito, tanto, Elias Costas, como a sua então esposa, usaram em proveito pessoal, adquirindo bens  e serviços ou tão simplesmente utilizando-as em numerário na sua vida privada impossibilitando a SUL  da execução dos programas para os quais os referidos subsídios haviam sido concedidos.

De igual modo também ficou provado que, ambos os arguidos (Elias e sua esposa),  aproveitando-se do facto das suas funções, serem exercidas a  tempo inteiro, agindo de comum acordo e em conjugação de esforços, furtaram das instalações da  SUL, vários e objetos e equipamento  para uso pessoal na sua residência.    

Dos factos igualmente comprovados, destaca-se  também a criação de uma sociedade comercial, designada “Comunicar”, gerida por Elias Costa, com recibos, a indicação do seu número de contribuinte,  um timbre de sociedade comercial,  cuja finalidade consistiria, sob a capa de serviços fictícios,  de contratos de aquisição de bens, com esta mesma instituição se realizarem negócios, igualmente de ordem fictícia, lesando a Associação de Cooperação para o Desenvolvimento (SUL)

Tratar-se-ia, pois, de uma artimanha, ardilosamente engendrada, conferindo-lhe aparência legal,  uma vez, que, ambos os arguidos, nem sequer chegaram a requerer oficialmente a sua constituição, mas cuja suposta atividade, acabaria por ser usada, nomeadamente, como tendo recebido da SUL,  avultadas quantias,  Tais recibos, seriam depois usados para justificaram pedidos de apoios ao Instituto da Juventude, ao abrigo de programas de cooperação.

Outra das habilidades de casal de arguidos, refere-se a uma suposta campanha da recolha de fundos de solidariedade para com Timor Lorosae e S. Tomé e Príncipe, destinados à realização de vários cursos de informática, de gestão e administração de cooperativas, de microempresas e associações , elaboração e gestão de projetos públicos para os quadros da administração pública, sob a égide da Associação de Cooperação para o Desenvolvimento, formas expedidas de justificarem avultados subsídios mas que  iam passando despercebidas aos seus órgãos sociais.

Para darem maior credibilidade, a tais manobras, faziam circular no seus panfletos referências ao patrocínio de várias entidades públicas, desde câmaras municipais, incluindo a de Aveiro, universidades, associações estudantis e juvenis  e até de uma declaração alegadamente  subscrita pelo Ministério  da Administração  Pública e do Trabalho da República Democrática  de S. Tomé e Príncipe, que não eram do  seu conhecimento, com outro fito que não fosse o da obtenção de benefícios ilegítimos 

Outra das habilidades, arquitetada em comum acordo e em conjugação de esforços por Elias e Estelle, e que o tempo a não prescreverá rapidamente (aspeto este que fora justamente sublinhado pela Defesa da  Procuradora),  prende-se com a falsificação da assinatura do Presidente da Câmara Municipal de Aveiro, , artificio com o qual o arguido, Elias Costa pretendia constituir uma declaração, alegadamente subscrita pelo presidente deste município, com o fito de que a sua morada e residência fosse renovada pelas autoridades competentes , 

Como já referi, as  formas de desvio de verbas eram as mais imaginativas  e houve casos em que os subsídios entravam na verdadeira conta  da  Associação Sul mas acabavam depois nos bolsos de Elias Costa - É ocaso de uma candidatura a  um projeto gerido  e financiado  pelo Instituto Português da Juventude, com vista à constituição de   equipamento de uma audioteca, recursos humanos,documentação e  publicação, tendo-lhe sido atribuído um subsidio de oitocentos e tal contos, para ser entregue em duas tranches de igual montante e mediante transferência bancária, Mas, para que, a Associação Sul, pudesse  receber a segunda verba era preciso que a mesma procedesse à compra dos objetos e mostrasse os recibos comprovativos: Para o efeito, o Presidente da "SUL" emitiu e entregou ao arguido Elias Costa. na qualidade de secretário-geral da Comissão Executiva desta Associação, um cheque no valor de 900 contos, endossado ao portador, de modo que este pudesse adquirir os objectos mencionados e fosse possível à Associação Sul cumprir com os requisitos, explicados no projeto gerido e financiado pelo I.P. de Juventude - PAAJ

Adquirido o equipamento , o arguido Elias devia fazer a entrega dos correspondentes recibos junto ao IPJ ,  de modo a despoletar a entrega  por aquele Instituto da segunda tranche. Contudo, Elias Costa e sua esposa, em comum acordo e em conjugação de esforços, não procederam à aquisição do dito equipamento, optando por fazer do cheque dinheiro seu. " Bom, este episódio, tem depois   novos contornos, com a entrada dos recibos forjados da empresa fictícia criada por Elias, mas deixo apenas aqui alguns aspectos a título de exemplo. - Pois, como é sabido, o cântaro tantas vezes vai à fonte, até que um dia. lá fica a asa: pelos vistos, parece ter sido o que  viria a suceder aos dois arguidos, Elias e sua Mulher Estelle,  que, ao poder de tantas, se auto-denunciariam; sim, mas pelos vistos,  já depois de uma série de avultadas vigarices concluídas  com êxito.   - Espero um dia vir aqui a proceder ao relato mais pormenorizado de algumas das mais "notáveis" espertezas  do "Grande" Elias e da sua Estelle Perin


CALUNIANDO E ATACANDO O JORNALISMO SÉRIO E INDEPENDENTE E A  JUSTIÇA PORTUGUESA - COMO SE NESTA AINDA HOUVESSEM OS TRIBUNAIS PLENÁRIOS DO TEMPO DA FAMIGERADA PIDE-DGS - Também me caluniou  a mim nas redes sociais -Chamando-me Agente da PIDE  -  Muito antes de lhe descobrir a careca


Diz; "O meu profundo sentimento é que tenho sido vítima de uma perseguição política há 17 anos" - Este o título da referida entrevista, de quem, afinal, é que se presta a  promover políticos para se proteger com a sua cobertura, qual começa com esta singular pergunta: 

"Interlusófona: - Nós acompanhamos com regularidade as informações que são publicadas pelos órgãos de comunicação social lusófonos. Ficamos perplexos com a notícia que o jornal Téla Nón publicou sobre a sua pessoa visto que você é sumariamente condenado pelo jornalista Abel Veiga. Conte-nos o que se passou.  ..

Elias Costa - os outros é que são politicos
Elias Costa: "Abel Viega é um jornalista ao serviço de interesses partidários opostos ao ADI. Ele gosta de agir como se fosse o detentor da verdade absoluta. Nos últimos anos ele especializou-se no roubo de informações do Estado e na sua publicação sem qualquer critério jornalístico. Ele publica tudo que possa pôr em causa a credibilidade e a imagem do atual governo, apostando na desinformação e na desestabilização social. Como eu lhe tenho criticado, ele achou que deveria ser essa a maneira de se vingar de mim .http://www.interlusofona.info/entrevista_eliascosta.php

Mas então quem  desmentiu as noticias  da LUSA, que correram mundo? – E também devem ter chegado a S. Tomé?  Ex-dirigente de ONG julgado à revelia em Aveiro – 21 e 22 de JUNHO – Noticia da Lusa correu mundo  . Mas, outras anteriores, já tinham sido publicadas – Até pelo Correio da Manhã http://www.newslocker.com/pt-pt/regiao/aveiro/ex-dirigente-de-ong-julgado-revelia-em-aveiro-dirio-de-aveiro/SAPO – citando a Lusa. http://noticias.sapo.tl/portugues/lusa/artigo/20894204.html...http://www.newslocker.com/pt-pt/regiao/aveiro/ex-dirigente-de-ong-julgado-revelia-em-aveiro-dirio-de-aveiro/

ALGUNS EXCERTOS -

Aveiro, 21 jun (Lusa) - O ex-secretário-geral da associação de cooperação para o desenvolvimento SUL, sediada em Aveiro, começou hoje a ser julgado à revelia, 15 anos depois de terem ocorrido os crimes pelos quais está acusado. - Apesar de ter sido devidamente notificado da audiência, o arguido, que se encontra a residir no estrangeiro, não compareceu no Tribunal de Aveiro, nem justificou a ausência. http://noticias.sapo.tl/portugues/lusa/artigo/20894204.html LUSA - Ex-dirigente de organização não-governamental julgado à revelia em Aveiro - 22 de Junho de 2016, 00:03Ex-dirigente de organização não governamental julgado à revelia em

Interlusófona: Então o seu direito ao contraditório não foi tido em conta visto que seu advogado não teve a oportunidade de questionar a principal testemunha de acusação e confrontá-la com a sua versão dos fatos.

Elias Costa: Infelizmente não tive esse direito. Ora bem, foi aí que definitivamente compreendi que algo de muito estranho e errado se passava com o meu processo. Marcaram outra sessão para o dia 21 de Junho e eu apresentei uma justificação para a minha ausência Entretanto, a comunicação social lançou a informação de como tinha sido julgado a revelia e o jornalista Abel Viega do jornal online Téla Nón, já carregado de raiva de mim por causa das minhas críticas e do meu apoio ao Evaristo de Carvalho nas eleições presidenciais, pega nessa informação e faz um autêntico artigo de acusação contra mim chamando-me de foragido da justiça e acusando-me de ter cometido todos os crimes nos quais sou acusado. Por esse ato de “terrorismo jornalístico” ele terá um processo por difamação e lhe exigirei na justiça uma notória indemnização pela sua irresponsabilidade jornalística. Além disso, incentivo todos os cidadãos que tenham sido difamados por este jornalista para apresentarem queixa contra o mesmo. A delinquência jornalística deve ser punida. http://www.interlusofona.info/entrevista_eliascosta.php  

Ora, tais observações, que faz ao jornalista, Abel Veiga,  do Téla Nón,  não passam de mera manobra, de  rotunda falsidade, de mais uma habilidade encenada por Elias Costa, no que já é tido como useiro e vezeiro, mas também como pessoa provocadora, aldrabona, desordeira, caluniadora  e desonesta, que é a imagem que tem passado a seu respeito nas muitas criticas  que lhe são feitas nas redes sociais, onde diz as maiores barbaridades, agora   querendo passar de arguido  a uma inocente vitima:


 Pois, creio, que, o jornalista, muito embora compreendesse, que, num meio tão pequeno, o seu ato de coragem, lhe poderia  trazer dissabores (como, aliás, lhe têm trazido, quem não não gosta da verdade dos factos, que é a situação atualmente imposta aos órgãos de C.S, pelo regime politico vigente naquele pequeno pais africano),  sim, não  fez senão o seu dever  e a  sua obrigação:  - Informar a opinião pública de S. Tomé e Príncipe, onde o caso era desconhecido, pese o facto da mesma noticia ter sido amplamente divulgada nas redes  da  Agência Lusa, e até chegado ali, mas ignorada tal como anteriores noticias do mesmo caso, que correram mundo, editadas por vários jornais da imprensa portuguesa. 

APANHA-SE MAIS DEPRESSA UM ALDRABÃO INCORRIGÍVEL DE QUE UM COXO PARALÍTICO – QUE NUNCA MOSTROU VONTADE DE SE APRESENTAR NO TRIBUNAL 
 - 

 No passado dia 21 de Junho, o jornalista Abel Veiga, do jornal santomense, Téla Nón (tal como eu), longe ainda estávamos de  conhecer  a notícia da Lusa, acerca do Caso Elias - Porém, o a noticia na Lusa  já havia corrido mundo  -E, por  sinal, desde há alguns anos.  

Porém, do  meu lado, mal tomei conhecimento do caso,  e, dado o meu profundo e estreito relacionamento   com São Tomé,  afectivo, aventureiro e jornalístico,  e também porque,  casos destes, não devem ser ignorados (e este caso assumia e assume especial relevância), dadas as que avultadas verbas que deixaram de ali ser canalizadas para fins sociais).aprofundei  as minhas pesquisas e trouxe-o para o meu site, com este título:   "Em S. Tomé ninguém deu esta notícia – Da agência  Lusa  - Elias Costa, julgado à revelia pelo Tribunal de Aveiro – Mas  há nova audiência pra Setembro  - e subvenção.http://www.odisseiasnosmares.com/2016/08/em-s-tome-ninguem-deu-esta-noticia.html -

No dia seguinte, era o Jornal Téla Nón a pegar no caso "Elias Costa" transcrevendo a noticia da Lusa:  Elias  não gostou, ter sido denunciado e voltou-se contra o referido jornal,Mas não tem razão. 

Na verdade, durante certo tempo,  Elias Costa,  andou com paradeiro incerto, na condição de contumaz. No entanto, a partir de certa altura  indicou a morada de sua mãe, em Sintra, mas furtou-se a comparecer nas audiências, optando pelo contato electrónico -  Estando talvez  convencido que o tempo ia limpar tudo mas a atividade nos Tribunais não pára e zela pelo cumprimento das leis e da ordem:

Podia ter colaborado  com a justiça de forma direta mas preferiu jogar ao seu modo. Atirando-se contra advogados e a própria justiça que diz que o prossegue por razões politicas - E, por último, virou-se contra o Téla Nón, uma das raras vozes independentes em S. Tomé., que, ao tomar conhecimento através do meu site, transcreveu a noticia do Diário de Aveiro, que era a mesma da Lusa

TÉLA NÓN  ACOMPANHA DE NOVO O  "CASO ELIAS COSTA"

Téla Nón, que havia prometido acompanhar o caso Elias Costa e cumpre, até a leitura da sentença marcada para final deste mês de Setembro – Apresenta desenvolvido artigo, sob o título” Elias Costa vai ser condenado pela justiça portuguesa | Téla NónCitando o nosso post

Trata-se, pois,  de um jornal feito com muito esforço e graças à heroicidade de um único homem  – E então   por que motivo não contestou a notícia da Lusa naquela data? –  Ou ignorava-as?: não foi esta a impressão que colhi em Aveiro. Aliás, há noticias sobre o caso, desde há vários anos.  Só ficou incomodado quando alguém fez soar o clarim em S. Tomé - Veja-se a contradição


O CASO ELIAS É NOTÍCIA  DESDE 2003


Todavia, o arguido ( que de pateta, nada tem) dificilmente deixaria de ir tomando conhecimento das noticias que iam sendo publicadas sobre o seu caso  - LUSA . 01-04-2003  -POLÍCIA JUDICIÁRIA EM PJ SEGUIU-LHES O RASTO PJ . Investiga alegado desvio de fundos em associação de cooperação - A Polícia Judiciária (PJ) está a investigar alegados desvios de fundos na Associação de Cooperação para o Desenvolvimento «Sul«, com sede em Aveiro, informou hoje fonte policial. A investigação baseia-se em queixas formalizadas em Fevereiro de 2000 pelos órgãos sociais da associação contra a conduta do seu então secretário-geral, Elias Costa, entretanto expulso. De acordo Rui Correia, presidente da Sul, as suspeitas recaem sobre um cidadão de S. Tomé e Príncipe que viveu e estudou em Aveiro e que mais tarde se terá fixado em França. Rui Correia disse à Agência Lusa que as denúncias à PJ foram feitas depois de a Sul ser informada por um organismo público de que teria transferido uma verba para a associação, montante que não dera entrada nos seus cofres.  -Excerto de PJ investiga alegado desvio de fundos em associação de cooperação 

 E, com certeza, terá sido o conhecimento  de noticias deste género que o terão feito escapar-se  - E, quanto às mais recentes,  também as conhecia-  Não as tendo, no entanto, contestado junto do correspondente da Lusa, em Aveiro,  ao qual agora também enviou os mesmos documentos que mandou para o Tribunal e aos  jornais desta cidade, um dos quais, teve um jornalista a fazer a cobertura na sessão de ontem, tendo publicado esta  noticia  -  MP pede condenação de ex-secretário-geral da SUL pelo desvio de 


ALEGAÇÕES DA ADVOGADA DE DEFESA - BATEU-SE POR QUEM ATÉ A DESCONSIDEROU - NUM PROCESSO DE DUAS MIL PÁGINAS, AUTÊNTICO CALHAMAÇO DE DOCUMENTOS 


É realmente de realçar a forma esforçada, viva e  inteligente, como a advogada, Joana Freitas Santos, se bateu em defesa do arguido Elias Costa  -  Pese o facto da desconsideração havida por parte deste,   ao enviar documentos diretamente para o Tribunal, o que devia  apenas fazer através da sua advogada oficiosa.

Mesmo optando pelas duas vias - desconheço se foi este o caso - Porém, mesmo tomando a dupla iniciativa, não deixaria de ser um gesto de desconsideração, já que, só a sua advogada é que poderia aferir da utilidade ou não dos mesmos documentos para juntar ao processo, visto que até poderiam ser contraproducentes - e. se calhar até terão sido, a juntar ao facto de nunca ter tido a coragem de dar a cara no Tribunal. 


Eis sensivelmente os termos da sustentação da defesa, acerca de um volumoso processo, recheado de casos que ultrapassam a imaginação, t - Pena o arguido a colocar para expedientes meramente egoístas e não serviço da sociedade: - 


Desde Agosto de 1999 a Fevereiro de 2000 foram depositadas diversas tranches de dinheiro numa conta do Banco Mello titulada pelo Arguido juntamente com a sua companheira à data (Estel\e Michel Sophie Perin). Não obstante e conforme amplamente documentado no processo, do valor presente na mencionada conta bancária, mais de metade pertenciam a transferências efetuadas no âmbito dos Programas Bilaterais para a Cooperação que na verdade eram programas que pagavam diretamente aos voluntários. Ora, o Arguido esteve de facto no terreno, mais propriamente em Moçambique onde desempenhou as funções de formador, sendo-lhe devido, nos termos daquele projeto um valor a título de honorários e pagamento de material como ele bem explicou em documentos juntos aos autos, sendo ainda devida uma quantia a título de reembolso de despesas com os mencionados projetos, nomeadamente diversas viagens, sendo que tal correspondia a mais de 50% do valor existente naquela conta.

Além disso se o objetivo do Arguido com a abertura da conta fosse o que consta na acusação, custa a acreditar, aqui chegados, que os membros da SUL, não tomassem rapidamente conhecimento que o Arguido Elias Costa havia aberto uma conta numa outra Instituição Bancária diferente da conta da SUL. 



Desde logo porque o correio era recebido por várias pessoas que tinham acesso a ele na instituição e por esse motivo quando eram feitas as transferências, tipicamente eram as mesmas comunicadas por carta para a sede da SUL; por outro lado sabiam as datas do recebimento das tranches que estavam todas elas previamente calendarizadas e portanto facilmente seria descoberta esta conta bancária. 
Já no que diz respeito ao crime de falsificação de assinatura não me irei pronunciar muito, apenas invocando a prescrição nos termos da lei

Recibos da "Comunicar": A acusação refere que os Arguidos adquiriam um livro de recibos com o timbre da sociedade "Comunicar", que continha o NIF do Arguido e referência ao mesmo como proprietário da sociedade e a sede da empresa era a residência do Arguido e da sua ex-companheira. Mas se isto fosse verdade ninguém na SUL se aperceberia quem emitia os recibos e que os mesmo correspondiam à verdade?

E, no demais, certamente atento o lapso temporal decorrido entre a data constante da  acusação como tendo sido a data da prática dos factos, e a presente data, não se  consegue provar cabalmente e sem quaisquer dúvidas , que as situações ocorreram conforme consta da acusação; portanto entende a defesa que não foi feita prova de tudo o que consta na acusação.

Não obstante, de referir: a situação económica, social e familiar do Arguido, que se encontra desempregado e com família a cargo e as poucas exigências de preservação geral e especial considerando que os factos remontam a 1998” Estas algumas das alegações  da advogada de defesa, Joana Freitas Santos, que, apesar de Elias Costa, a ter desconsiderado (como, aliás, fez com advogados anteriores) juntando documentos ao processo, através do Tribunal e não exclusivamente por ela) , se  esforçou para  atenuar o comportamento delituoso do arguido  -  O MP pede a sua condenação,  não se sabe que tipo de pena poderá vir a ser mas certamente que alguma talhada levará, que mais não seja para refletir um pouco melhor nos seus condenáveis atos, dos quais  não consta, que, até hoje, tivesse dado mostras de arrependimento.  . 


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