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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Jornalismo profissão de alto risco – Em 2016 foram mortos 115 jornalistas – Brasil lidera ranking de jornalistas mortos - Mas há um pequeno país no mundo, dos mais pacíficos, onde “Falar Não Pode “ – Onde um Primeiro-ministro confunde jornalistas com guardas presidenciais armados e faz censura na rádio e televisão - No Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, pediu o “fim de todo o tipo de repressão contra jornalistas: lembrou que “precisamos que todos defendam nosso direito à verdade”.

Jorge Trabulo Marques - Jornalista - Informação e análise

Segundo a Declaração Universal dos Direitos Humanos, “toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e ideias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras”. No entanto, a liberdade de opinião, num mundo, dominado pela ideologia do liberalismo global, serve mais de grande alavanca aos interesses das classes privilegiadas de que  a sociedade, em geral. – E os jornalistas que ousarem contrariar esses desígnios, arriscam-se mais a ter uma vida sobressaltada, stressante e em perigo de que o exercício de uma profissão mais calma e tranquila. 



Nas ditaduras não se contabilizam os jornalistas que são mortos, porque não há imprensa livre e quem não for da cor dos regime não faz jornalismo – O que acontece é que, os servidores desses regimes, estão habilitados a silenciar, em qualquer parte do mundo, as vozes mais incómodas, sejam jornalistas ou vozes da oposição.  Por isso, o maior risco para o jornalistas, até nem são os acidentes nas coberturas de conflitos armados, mas nas sórdidas e traiçoeiras emboscadas, como represália pela coragem de pôr a nu jogos de corrupção e outros tipo de atividades ilícitas e criminosas.

O DIA MUNDIAL DA IMPRENSA – SEM RELEVÂNCIA EM PORTUGAL

Em Portugal, o 3 de Maio, dir-se-ia que passou à ,margem das noticias: , como  a imprensa está toda nas mãos da mesma família politica liberal (agora até com os jornais e rádios controlados pelos chinesesExpresso | Chineses vão ficar a mandar na dona do “DN) quem  está nas redações é porque é da confiança dos patrões, mais deles são precários é sempre um risco botar palavra .

Até o discurso, na ONU,  de António Guterres foi praticamente  - A avaliar pelas   pelas pesquisas que pude efetuar na Net, constatei que o discurso do português, que, na atualidade, ocupa o mais alto cargo das Nações Unidas, passou praticamente despercebido  –  Se fosse, Durão Barroso,  atual conselheiro da  Goldman Sachs, não lhe faltariam panegíricos e manchetes



Liberdade de imprensa é ‘crucial’ para combater notícias falsas, disse o Sectário-geral da  ONU, António Guterres   -´´

"Em mensagem para o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, lembrado na quarta-feira (3), o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, pediu o “fim de todo o tipo de repressão contra jornalistas”. “Precisamos que líderes defendam a imprensa livre”, enfatizou o chefe do organismo internacional.

Numa mensagem divulgada para No Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, pediu o “fim de todo o tipo de repressão contra jornalistas. Precisamos que os líderes defendam uma imprensa livre”. O português que lidera o organismo internacional defendeu que “quando protegemos jornalistas, as suas palavras e imagens podem mudar o mundo”.

Gueterres lembrou ainda que a liberdade de imprensa é “fundamental para combater a atual (tendência à) desinformação. Precisamos que todos defendam nosso direito à verdade”.https://nacoesunidas.org/liberdade-de-imprensa-e-crucial-para-combater-noticias-falsas-diz-onu-em-dia-mundial/



EM SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE NINGUÉM É MORTO POR EXPRESSAR A SUA OPINIÃO – É UMA TERRA MARAVILHOSA E PACIFICA – Mas, atualmente, diz o presidente da Associação dos jornalistas São-tomenses (AJS), Juvenal Rodrigues, que a situação dos profissionais da comunicação social assemelha-se a de um "país que vive num estado de exceção disfarçado".

TÉLA NÓN - "Parece que o país vive num estado de exceção disfarçado, porque há comissários políticos e agentes que gravam conversas, mesmo em situações de convívio", disse Juvenal Rodrigues na IV conferência anual por ocasião de 03 de maio, Dia Internacional de Liberdade de Imprensa.


“A descarada censura que chega ao ponto de descaracterizar completamente certas matérias produzidas por jornalistas, a ponto dos autores não reconhecerem o trabalho que deixaram feito; a autocensura, a ausência de debates e do contraditório e a exclusão acentuaram-se consideravelmente desde outubro de 2014», prosseguiu o Presidente da Associação de Jornalistas de São Tomé e Príncipe.



“Bufaria” no seu auge no seio dos profissionais da comunicação social e não só. Uma democracia fragilizada. «Não se pode falar verdadeiramente de um Estado de Direito Democrático neste quadro. O democrata convicto não tem medo do contraditório, não receia críticas e não alimenta a “bufaria”- passe a expressão. O pluralismo é uma das características da democracia», frisou Juvenal Rodrigues.
Perseguição, é a lei decretada contra os órgãos de comunicação social, ou profissionais, que não se vergam a vontade do Chefe.

«A perseguição tem outros contornos. Por exemplo, acabar com programas nos órgãos públicos, cujos rostos não são militantes ou simpatizantes do partido no poder. A tentativa de asfixiar economicamente os mesmos. Os militantes e simpatizantes é que têm todos os direitos e mais alguns. Existem casos em que a mesma pessoa é assistente de imprensa de vários organismos estatais, além de estarem vinculados a órgãos públicos. Regra geral, o apoio do Estado ao fomento de órgãos de imprensa privados nunca foi expressivo, num país em que o mercado é inexpressivo e o setor privado está de rastos. Mas atualmente, a situação piorou, com a retirada de publicidade de empresas em que o Estado também é acionista, naqueles títulos de imprensa fora do controlo do poder».

Pressão contra os jornalistas que não abdicam da sua liberdade, atingiu níveis invulgares e o Ministério Público, não consegue agir em tempo útil.  «Outra forma de pressão. O Sr.primeiro-ministro,Patrice Trovoada, acusou publicamente numa entrevista difundida a 11 de setembro de 2016 pela TVS e a Rádio Nacional, que jornalista independente recebeu arma de guerra da Presidência da República. A Associação dos Jornalistas solicitou logo depois ao Ministério Público com carácter urgente para investigar o facto. Manifestou-se disponível a colaborar no que fosse necessário e fê-lo. A verdade é que passados quase oito meses, o Ministério Público ainda não divulgou o aguardado relatório», denunciou a Associação dos Jornalistas.
divulgou o aguardado relatório», denunciou a Associação dos jornalistas - Excerto de  STP -  “Falar não Pode” Mais detalhes sobre a verdade dita pela AJS no dia da liberdade de imprensa, podem ser conhecidos aqui – Discurso AJS


LUSA  - (..) O presidente do sindicato dos jornalistas e técnicos da comunicação social (SJS), Helder Bexigas, denunciou, por seu lado, a marginalização de alguns jornalistas nos órgãos públicos.

Jornalismo de encomenda 
"Profissionais experientes e competentes são marginalizados, humilhados e silenciados, porque não se prestam a fazer o jogo da manipulação, da distorção dos factos e até da mentira", disse Helder Bexigas.

"O medo de pluralismo de opiniões, o medo de um saudável debate e de confronto de ideias, o medo de que todos os setores da sociedade estejam representados na comunicação social permitindo ao grande publico formular juízos e opiniões com base numa informação séria, isenta e imparcial", disse.

O Presidente são-tomense, Evaristo Carvalho, reconheceu a "luta visível" de muitos profissionais da comunicação social "para que a informação seja divulgada com rigor e verdade".
O presidente do Conselho Superior de Imprensa, o juiz do Tribunal de Primeira Instância, Patrick Lopes, defendeu uma comunicação social livre, independente e pluralista, que permita a todos os são-tomenses a terem acesso a uma informação credível e diversificada".LUSA - Excerto de  Dia mundial de liberdade de imprensa assinalado em São Tomé e


O Presidente são-tomense, Evaristo Carvalho, reconheceu a "luta visível" de muitos profissionais da comunicação social "para que a informação seja divulgada com rigor e verdade".
O presidente do Conselho Superior de Imprensa, o juiz do Tribunal de Primeira Instância, Patrick Lopes, defendeu uma comunicação social livre, independente e pluralista, que permita a todos os são-tomenses a terem acesso a uma informação credível e diversificada".LUSA - Excerto de  Dia mundial de liberdade de imprensa assinalado em São Tomé e

JORNAL TRANSPARÊNCIA (...) Durante a realização da conferência, foram debatidos e apresentados diversos temas, com destaque para o tema do dia sobre “ A Liberdade de Imprensa”, assuntos que se prendem com actual situação da classe, e dos Órgãos da Comunicação Social Santomense, nomeadamente, “ Ausência de Carteira Profissional, que teve como moderador, o jornalista Maximino Carlos, Estatuto de Carreira Profissional dos Jornalistas e Técnicos da Comunicação Social, Estatuto de Jornalista e Código Deontológico dos profissionais da Comunicação Social, oradores, Hélder Bexigas e Juvenal Rodrigues, Regulamento de Publicidade, Taxas Audiovisuais, Transformação dos Órgãos de Comunicação Social em Empresas Públicas, que teve como moderador, o jornalista, Adelino Lucas”,  http://www.jornaltransparencia.st/aa80.htm


PATRICE TROVOADA - O  EMPRESÁRIO-POLÍTICO SEM LAÇOS AFETIVOS A UMA TERRA ONDE NEM SEQUER NASCEU  -  O caixeiro-viajante inveterado, que tem passado a maior parte da Governação, nos seus voos misteriosos,  deveria era sediar-se, de uma vez por todas no Gabão, a tratar a tempo inteiro dos seus negócios, fazendo parelha com a ditadura corrupta da tribo Bongo. com a qual  tem afinidades e cumplicidades, desde que ali foi parido mas não nas mais belas Ilhas Verdes do Equador, das quais faz sua plataforma promocional e empresarial, aproveitando-se da pobreza e da generosidade  do  pacífico e já tão sacrificado povo santomense.


Não teria talvez necessidade de fazer tantas viagens e até  faria muito melhor à saúde dos santomenses (onde uma doença desconhecida, continua a galopar, tem causado enorme sofrimento e sem que até hoje, alguém,  a  pudesse debelar ou explicar), sim, a tratar a tempo inteiro dos seus negócios, fazendo parelha com a ditadura corrupta da tribo Bongo. com a qual  tem afinidades e cumplicidades, desde que ali foi parido mas não nas mais belas Ilhas Verdes do Equador, das quais faz sua plataforma promocional e empresarial, aproveitando-se da pobreza e da generosidade  do  pacífico e já tão sacrificado povo santomense, já farto de sofrer

LEVIANDADES E INCONSCIÊNCIAS DE UM PERIGOSO GOVERNANTE - Eis o que dissemos neste site, em 18 de Setembro, a propósito das acusações infundadas que fez a um jornalista - CONFUNDE JORNALISTAS COM GUARDAS ARMADOS

O Primeiro-Ministro, Patrice Trovoada, substituindo-se às funções do gabinete do   recém-eleito Presidente da Republica, Evaristo Carvalho (sim, qualquer dia,  por este andar, sempre será mais prático juntar a Presidência e o Governo no mesmo palácio), em entrevista aos jornalistas da  Rádio Nacional e da TVS,  escolhidos a dedo,   faz uma gravíssima acusação, dado se tratar do nome de um agente da guarda do anterior  Presidente da República, que é o mesmo de um jornalista - Em vez de se de certificar da coincidência, vai de fazer torpes acusações e disparar: 
… para mim, deixa muito a desejar, então, não vale a pela nós continuarmos nesse caminho!..

.Nós estamos a fazer um trabalho de recolha de armas!.... Bom, como é que um jornalista recebe da Presidência da República, para seu uso pessoal, uma arma de guerra?!... É jornalista?!... É jornalista?... É independente?!... O que é que ele é?!... É mercenário?!...  Jornalista?!... É o quê?!...
- Mas o Sr, disse que não vai citar nomes? - Pergunta  um dos entrevistadores
- Não vou citar nomes!

- E então por que é que o Governo não cita o nome?
-Não vale a pena!  O que eu estou simplesmente a dizer é que são práticas, que, a mim me deixam um bocadinho duvidoso sobre a independência de muitos jornalistas!...

Um jornalista… é subjetivo, dizer que ele é independente e não é independente!... Mas esse tipo de promiscuidade, de jornalista membro nacional de partido, jornalistas que defendem armas da Presidência da República, etc




Patrice, com tão desvairadas afirmações, ao alimentar, tão odiosas calúnias, ele está a lançar o apelo a comportamentos, antidemocráticos, perigosíssimos: a promover o chamado julgamento popular, a defender o mesmo tipo de comportamento que era seguido pelos inquisidores da famigerada inquisição, de tão má memória, para que seja o povo a linchá-los ou a queimá-los na praça pública.


Procedendo, tal como procedia o poder colonial, acusando os negros, que defendiam a liberdade e independência do seu povo, como terroristas – A sua mentalidade é a mesma que a da mais retrograda era colonial – Do tempo, em que, o Governador Carlos Gorgulho, sob o pretexto de revolta comunista, atirou as armas dos colonos contra uma população sacrificada, humilde e indefesa. Patrice Trovoada é a figura trasvestida do antigo Governador Carlos Gorgulho mas sob outras roupagens: este detestava técnicos qualificados, tal como Trovoada, detesta jornalistas probos, sérios, competentes e honrados –Senão atente-se nestas palavras do corajoso capitão Sagueiro Rêgo, que denunciou em livro os massacres do Bate-Pá:
Nunca o Governador Gorgulho quis naquela terra um engenheiro! Tinha a fobia dos engenheiros o Gorgulho!! Dizia a toda a gente que o engenheiro era ELE, e que se necessitasse dum auxiliar o seu cabo Malheiro lhe servia melhor que qualquer engenheiro que não lhe apareceria com a mesma brevidade do cabo Malheiro a quem deu o cargo de Diretor Geral das Obras Públicas.(…) Nas obras os capatazes eram escolhidos dentre os presos e havia-os da especialidade de tratantes, de verdugos e de carrascos e lembro-me de um que tinha vindo de Angola desterrado e condenado por ter morto não sei quem: pois foi um dos escolhidos para capataz, chamado Zé Mulato, verdadeiro carrasco que usava sempre o cavalo marinho enrolado em arame; era este celerado um dos escolhidos para tomar conta nos presos” 


Patrice Trovoada, na extensa entrevista que deu à rádio estatal e à televisão, em simultâneo e com jornalistas escolhidos  a dedo,  antes de tomar o avião para mais uma passeata pela Europa e Américas, senão mesmo a outros países da Oceânia (milhões de euros ou dólares esbanjados que não lhe saem do bolso e que tanta falta fazem a esmagadora maioria da população)  usando e abusando de um dos órgãos da C.S. de serviço púbico, que deveria pautar a sua ação informativa pela isenção, rigor e objetividade, concedendo as mesmas oportunidades, tanto ao Governo e à ADI,   partido que o apoia, como à oposição, pelo contrário, prossegue com a mesma desfaçatez, depois do despudorado  epilogo  no dia das eleições, ao arrepio das leis com repórteres nas assembleias de voto (descaradamente apelando ao voto no seu Evaristo) uma vez mais manifestou a incontrolável propensão de impor as suas opiniões, como verdades absolutas, sob a capa, daquele seu habitual e pousado tom coloquial, de  disfarçado e inofensivo  bonacheirão, que, numa primeira impressão, para quem  o não conheça,  poderá parecer ser o mestre a dar lições aos meninos da instrução primária, que não mata uma mosca,  mas de displicente e injurioso palavreado, mais propenso à conflitualidade,  à provocação e à  questiúncula envenenada, do que ao apelo à serenidade e ao apaziguamento, 

Não hesitando em enviar farpas, a cada parágrafo das suas afirmações, quer aos seus adversários políticos, quer ao ex-presidente da República, com o qual voltou a ser indecoroso, sem que, naquele espaço público radiofónico e televisivo (que instrumentaliza e monopoliza a seu belo prazer)  tanto, Manuel Pinto da Costa,  como a oposição, ali o pudessem contraditar e defender-se, mas também lançando graves acusações sobre a classe jornalística, que ele detesta, conquanto os que o sirvam, como o cachorrinho, que vai pela trela atrás do seu dono.

Naturalmente, que, num país pequeno e pobre, onde as oportunidade de emprego, são escassas e, ainda para mais, dominadas pelo poder político (e as pessoas precisam de viver e fazer face à sua subsistência) é extremamente difícil ser-se independente. De resto,  ele próprio o afirmou nessa entrevista, dizendo: “aquilo que eu estou a dizer  é que há muito poucos jornalistas independentes em S. Tomé e Príncipe!”

Mesmo assim, que maçada! Deviam ser menos, a que alguém lhe aponte alguma critica ou desafine o seu trombone: veja-se o que, nas eleições, aconteceu ao jornalista da RTP-África, Abel Veiga, impedido, através de ordem dada ao segurança, de fazer o seu trabalho no Palácio do Governo onde funcionam os Gabinetes do Primeiro Ministro e do Ministro da Presidência do Conselho de Ministros, este último que por sinal tutela o sector da comunicação social. – Pois, á sua chegada, era recebido com esta recusa pelo segurança: “Olha acabei de receber uma ordem de que Abel Veiga não pode entrar nesta conferência de imprensa.

E qual a razão por que, Patrice Trovoada, toma arbitrariamente,  tais atitudes ditatoriais?  Porque ele desta a informação e perguntas, incómodas,  como esta:


"PATRICE EQUIVOCOU-SE?"

Este o título de um artigo do Jornal on line, Tela Nón, exigindo um rápido esclarecimento de uma   declaração que ecoou na sociedade são-tomense, e que lançou grave suspeição no seio da classe. Quem é o jornalista que recebeu arma de guerra na presidência da república? É a dúvida que paira na sociedade e que o Primeiro-ministro preferiu não esclarecer.”

Na última semana antes de deixar o país rumo a uma tournée Euro-americana, Patrice Trovoada Primeiro-ministro e Chefe do Governo, fez uma denúncia grave contra a classe dos jornalistas são-tomenses.

Em declarações ao núcleo de jornalistas estatais com o qual tradicionalmente conversa, Patrice Trovoada relacionou a liberdade de imprensa no país, com a situação de posse de arma de guerra, por um jornalista que segundo o chefe do Governo, tem posições que muitas vezes chocam com a posição do seu Governo. «Há alguns jornalistas que vejo aí e que gostam de falar de liberdade de imprensa e são jornalistas cuja opinião muitas vezes choca com o governo: Nós estamos a fazer um trabalho de recolha de armas. Como é que um jornalista recebe na presidência da República para seu uso pessoal uma arma de guerra. É jornalista? É independente? O quê que ele é? É mercenário? é jornalista? é o quê?», referiu o Primeiro-ministro.


DESMONTAGEM DE GIGANTESCA FRAUDE NO DIA DO ESCRUTÍNIO 

   "Processo eleitoral  constitucionalmente limpo”, “sem fraude”  mas com repórteres  de rádio nas Assembleias  apelarem  ao voto,  ao arrepio da  lei
Artigo 133.º Deveres dos Profissionais de Comunicação Social) Os profissionais de comunicação social que, no exercício das suas funções, se desloquem às assembleias de voto não podem: Colher imagens e aproximar-se das câmaras de voto de forma que possam comprometer o segredo de voto; Obter outros elementos de reportagem no interior da assembleia de voto ou no seu exterior até à distância de 500 metros que igualmente possam comprometer o segredo do voto; De qualquer outro modo perturbar o acto eleitoral.




PATRICE DIZ QUE NÃO VAI PÔR UMA CAMISOLA DE FORÇAS AOS JORNALISTAS – MAS É JUSTAMENTE ASSIM QUE ELE QUER AMORDAÇAR A LIBERDADE DE IMPRENSA . 

Diz uma coisa mas faz outra - Tem sido sempre este o seu comportamento – Ele quer refrear e domesticar  ainda mais, os profissionais da comunicação social, tê-los como meros robôs da sua propaganda - Quer que, o jornalismo, que não está na alçada estatal, siga a mesma orientação que o Sr. Bispo, já  deu à Rádio Jubilar, depois da censura (do encerramento) de um dos seus mais populares programas de informação, ministrando cursos de formação de Ética Deontológica Jornalística, com meninas sorridentes, vindas de Portugal,  ,para “comunicação eficiente”: servir o regime liberal-colonial, sem fazer ondas

 Claro que, em S. Tomé e Príncipe,  à excepção do Jornal on line Téla Nón, dando informação e opinião, com distanciamento do poder politico, atualmente vigente, a bem dizer esse jornalismo não existe - Dai o ódio voltado para este jornalismo, tanto por parte de Patrice, como pelos seus mais empedernidos correligionários

É sabido que, a preocupação de qualquer caudilho ditador  é amordaçar a imprensa, é colocar-lhe um açaime, tal como o dono faz ao seu cachorro.. Arguto no verbo de hábil  ilusionista mas tropeceiro quando baste, sim, porque, geralmente é mais fácil apanhar um mentiroso de que um cocho, vira-se então para um dos entrevistador estatais,  com esta disfarçada manobra:

Sabe qual é a minha opinião’… A liberdade de imprensa não está  em risco agora, devíamos, investir, sim, na formação dos jornalistas; trabalhar mais a deontologia; investir talvez mais e dar mais apoio ao Conselho Superior da Imprensa, capacitar as pessoas, e,  também sancionar aquelas que não são verdadeiros jornalistas, porque, a liberdade de imprensa…. Vou vos dar um caso: sem citar nomes. Mas, alguns jornalistas, que eu vejo aí e que gostam muito de falar da liberdade de imprensa!... e, por sinal, não são muito!...cuja opinião muitas vezes choca com o Governo.

Um jornalista… é subjetivo, dizer que ele é independente e não é independente!... Mas esse tipo de promiscuidade, de jornalista membro nacional de partido, jornalistas que defendem armas da Presidência da República, etc… para mim, deixa muito a desejar, então, não vale a pela nós continuarmos nesse caminho!... O que é preciso, a nível de S. Tomé e Príncipe,  é preciso continuar a reforçar as instituições: falei do Conselho Superior de imprensa!.., É preciso continuar capacitar  e a formar!... E,  a nível legislativa, enquadrar determinadas profissões, essa de jornalista é uma delas, para que nós tenhamos de facto uma liberdade d imprensa bastante efetiva! Mas, do lado Governo, jamais é nossa intenção de pôr uma camisola de força ao jornalista. 

UM PRIMEIRO-MINISTRO  IRRESPONSÁVEL E  FOMENTADOR DO BOATO E DA CALÚNIA  - 

Manuel Pinto da Costa, no 12 de Julho de 1975 
Ora, como facilmente se compreenderá, tal afirmação é gravíssima, sobretudo, porque, dada a forma despudorada, como o fez,   as suas palavras assumiram, através da rádio e TVS, não  as declarações, minimamente sensatas e credíveis, de um Chefe de Estado para com a Nação Santonmense, o devido e elementar respeito para com a sua população e instituições - mas o  condenável  e arbitrário carácter de intolerável boateiro, de manifesta suspeição, lançada à opinião pública, tal como se partisse de um qualquer cidadão anónimo ou politiqueiro de baixo nível,  com um mais que declarado, feroz e injuriado ataque à classe dos jornalistas, que ele detesta, sobretudo os que não os bajulem, não  lhe repliquem ou destaquem a sua propaganda politica, visto não ter tido a coragem de apontar nomes: 

JORNALISTAS MAL PAGOS E,,  SEMPRE QUE O GOVERNO MUDA, COM O CREDO NA BOCA  - MAS, COM PATRICE TROVOADA NO PODER, NÃO HÁ MEMÓRIA

Além de uma certa precariedade, que, nestas ilhas afeta o exercício provisional  de jornalista,   claro que o fenómeno dos ordenados baixos é transversal a outras profissões - , tem-se assistido a uma enorme instabilidade, já que, a mudança de poder, acaba também por interferir, não apenas nos lugares de chefias, como naqueles que estão na primeira linha da noticia ou da reportagem. 


Ordenados, que mal dão para as despesas  do vestuário ou para alimentação, é o equipamento e as condições das redações (especialmente nos sites particulares, onde as dificuldades são ainda maiores, exercendo a atividade praticamente por carolice), sim,  é também  iminência  do chuto que pode suceder quando menos se espera – Infelizmente, há noticias desses exemplos.


De recordar, que , em 3 de Maio de 2012,  com Patrice na Governação, o dia da Liberdade da Imprensa, noticias davam conta de que “os jornalistas são-tomenses e as instituições ligadas a comunicação social, reagiram neste dia “Com um silêncio frio num dia de chuva intensa em São Tomé Príncipe.

A liberdade de imprensa “ - dizia Abel da Veiga, no téla-nón é uma realidade em São Tomé e Príncipe, desde o advento da democracia pluralista em 1991. Nunca um jornalista são-tomense foi agredido no exercício das suas funções. No país até agora calmo, ninguém perdeu a vida por causa do conteúdo de uma reportagem radiofónica ou televisiva, ou por desabafo feito nas redes sociais".

O ano passado, o 3 de Maio, ficou marcado por um profundo silêncio dos jornalistas.

Conceição Lima
Na TVS, o Téla Nón contactou pelo menos 5 jornalistas para emitir a sua opinião sobre a liberdade de imprensa em São Tomé, mas todos recusaram. Na “Televisão de Todos Nós”, nenhum profissional ousou falar sobre a liberdade de informar e de ser informado, tanto para o Téla Nón como para outro órgão de comunicação social, presente na estação televisiva para ouvir os profissionais.

(…)Silêncio pesado, a dominar a classe dos jornalistas. A violência física contra os jornalistas não é prática em São Tomé e Príncipe, mas mecanismos de pressão e de represálias foram sempre activos na relação entre o poder e a imprensa.

São de Deus Lima, Jornalista do Semanário Kê Kua, não está amordaçada. «Se comparar São Tomé e Príncipe com determinados países no mundo, dir-se-á que há um grau apreciável de liberdade de imprensa. É verdade que a repressão e o condicionamento são mais discretos», afirmou a jornalista. – Excerto de Jornalistas amordaçados no dia da liberdade de imprensa .

(Conceição Lima - foto da Web)

Curiosamente, este era o título de uma noticia, aparentemente animadora,  divulgada (on lin) pelo Jornal Transparência, uns dois meses antes,(12.03.2015)dando conta que   o actual governo liderado pelo Primeiro-ministro Patrice Trovoada,  está disponível e empenhado em apoiar os problemas da classe dos jornalistas e técnicos da Comunicação Social de São Tomé e Príncipe, face as dificuldades que vêem enfrentando aos longos anos no cumprimento das suas actividades profissionais.

Este empenho foi manifestado esta quarta-feira pelo Primeiro-ministro e Chefe do Governo são-tomense Patrice Emery Trovoada, após um encontro tido com o Sindicato dos Jornalistas e Técnicos da Comunicação Social de Santomense (SJS). Jornal Transparência -  



PÕS-SE A DEFENDER O JORNAL PARVO, COMPARANDO O VULGAR PASQUIM  - SEGUIDOR DO MAIS PRIMÁRIO SECTARISMO - AO  NÍVEL DOS JORNAIS SATÍRICOS FRANCESES


Patrice Trovoada, imagine-se a quer dar lições, quando ele só tem dado  maus exemplos : quer a "oposição faça oposição com elevação e alguma credibilidade. Essa questão para encontrar o álibi do Parvo para não estar na Praça 12 de Julho, não faz sentido: sabe, o Parvo, é um jornal satírico, e, a minha opinião, sobre essa questão é bastante simples: eu creio que a TVS fez referência a uma artigo que saiu no Parvo e falou!... As pessoas podem gostar ou não gostar… Provavelmente, essa manchete do Parvo, poderia significar grande debate, que fazem parte da atualidade!

Se nós fazemos o paralelo com um jornal satírico francês,  Charlie Hebdo, que publicou as caricaturas do profeta Maomé , os muçulmanos não gostaram!... Houve debate! Mas quando os terroristas extremistas, foram e mataram quase todos os desenhadores e os redatores de ,  Charlie Hebdo, vários Chefes de Estado do Mundo inteiro foram a Paris e puseram a dizer que toda a gente é charlie” – Pois, mas na Praça da Independência, não apareceu nenhum Chefe de Estado. Além disso,  se os santomeses, seguissem à risca  as filosofias  de Patrice, além de explorados e roubados, não tardariam  a ficar todos parvos.

Associação dos Jornalistas pede investigação às declarações de Patrice

21-09216 A Associação de Jornalistas de São Tomé e Príncipe, vai estar esta quarta – feira no Ministério Público, para entregar uma exposição em que solicita esclarecimento público da denúncia feita pelo Primeiro Ministro Patrice Trovoada. Denúncia segundo a qual um jornalista recebeu arma de guerra na Presidência da República. «A imagem dos jornalistas e, particularmente, aqueles que procuram fazer o seu trabalho com independência não pode ser confundida com a de um mercenário, pelo que a Direcção da AJS vai entregar na quarta-feira, dia 21, pelas 14:30, no Ministério Público, uma exposição em que solicita uma investigação para que o tal jornalista seja identificado», diz a nota da Associação dos Jornalistas São-tomenses que chegou a redacção do Téla Nòn. – Excerto Associação dos Jornalistas pede investigação às declarações de

JORNALISMO NACIONALISTA SÃO-TOMENSE - UM PASSADO RICO DE  HISTÓRIA  - (excerto já publicado neste site, em junho de 20159 

S. Tomé e Príncipe, pese as grandes limitações impostas pelo colonialismo salazarista, tem uma herança de notáveis homens de letras: no jornalismo  e nos vários géneros da literatura – poesia, romance, contos, ensaios, nomeadamente.

Por exemplo, referindo-me a jornalistas, é Carlos Espírito Santo, que,  no seu livro “O nacionalismo Político São-Tomense, destaca  o papel de São-Tomenses nos jornais que surgiram no período pós instauração da  República: - Recordando, que, “além dos movimentos políticos unitários, diversos jornais protonacionalistas preconizando o  desenvolvimento dos povos nativos de África, foram criados na  capital portuguesa, depois da queda do regime monárquico. Eram bastante lidos sobretudo pelos intelectuais das colónias portuguesas, que de resto colaboravam enviado textos para divulgação, denunciando factos sociopolíticos reputados significativos das suas terras, onde alguns eram correspondentes dos referidos periódicos. Por exemplo, O Negro que foi publicado em Lisboa, a 9 de Março de 1911. Foi com este jornal  que teve inicio o protonacionalismo” 

E, mais adiante - no seguimento das  referências, que,  Carlos Espírito Santo, faz  ao papel deste jornal,  - diz: “atente-se, pois, neste extrato: «Queremos a África propriedade social dos africanos e não retalhada em proveito das nações que a conquistaram e dos indivíduos que a colonizaram roubando e escravizando os seus indígenas.» 

E acrescenta: “Analisando o número de correspondentes de O Negro em diversas paragens do mundo, é forçoso sublinhar que São Tomé e Príncipe constituía o território que acolheu mais representantes do jornal. Figuras de prestígio como o advogado Manuel da Graça do Espírito Santo, o poeta Herculano Pimentel Levy e o político Augusto Gamboa, são apenas três exemplos que importa mencionar. Mais, nos três números que são conhecidos de O Negro foi marcante a participação dos indivíduos oriundos de São Tomé e Príncipe. Assim, no seu corpo directivo vemos são-tomenses tais como J. C. Cunha Lisboa (director), Artur Monteiro de Castro (redactor principal) e Aires de Sacramento Menezes (editor). 

No mesmo estudo, o investigador São-Tomense, referindo-se a esse período áureo da liberdade de expressão,  de entre os periódicos que recorda, cita, por exemplo, o jornal “A Mocidade Africana”, explicando que “alguns estudantes negros, maioritariamente de São Tomé Príncipe e pertencentes às diversas faculdades de Lisboa, procurando sensibilizar os seus irmãos de raça para a necessidade de envidarem esforços tendo como finalidade pôr termo ao estado de deterioração  que desde o início da colonização portuguesa dominava a África, acharam conveniente fundar um jornal que designaram  A Mocidade Africana, e cujo número inaugural foi editado dia 1 de Janeiro de 1930. Educar, educar sempre, educar com todas as forças, era o caminho que se propunham seguir, até que vissem concretizadas as suas esperanças, até que vissem alcanças seus objectivos.


Liberdade de Expressão esta que o Estado Novo viria a decepar.: - E que haveria de vir a ser justamente a orientação  seguida  pela  linha editorial do último jornal colonial nestas ilhas: A Voz de São Tomé  - Propriedade da Acção Nacional. Popular , através do qual, desde os tempos do Governador Carlos Gorgulho, houve a preocupação de destruir ou denegrir  a  pequena elite destas ilhas:. Pelo que, quer o seu diretor, quer o redator principal, eram da estrita confiança do regime. Usando as suas páginas para  humilhar e  deferir as mais insidiosas e torpes acusações .

Todavia, a revista Semana Ilustrada, de Luanda,  da qual tive a honra e o prazer de ser  o seu delegado em S. Tomé, durante quatro anos,  contou com a valiosa colaboração de Cassandra, no Príncipe, e  de João Neto, radicado em Luanda, em cuja cidade  chegou a receber um grupo de santomenses, ali também radicados,  que quiseram homenagear os vários trabalhos  publicados em prol  destas ilhas.– E não se pense que  eram todos para servir as   agendas institucionais. Tanto antes como depois do 25 Abril, os artigos publicados nesta revista, não envergonham os seus autores – Bem pelo contrário –  Pessoalmente, não tenho problemas de consciência  do que escrevi. E julgo que nem o chefe de redação, Mourão de Campos, que , por várias vezes, se deslocou de Angola a S. Tomé para fazer edições especiais. Julgo que se hoje fosse vivo, também não teria  problemas dessa natureza.

Mas, felizmente, longe vão os dias do bisturi da censura e dos cidadãos serem presos, perseguidos ou mal tratados por exprimiram as suas ideias. 



Fui testemunha desses opressivos tempos do fascismo colonial  e dos cortes da própria censura, que, por várias vezes, me não permitiram a publicação de alguns  trabalhos jornalísticos. No pós revolução, com agressões de vária ordem por parte de quem não queria aceitar os novos ventos da história, cujo  comportamento selvagem não é fácil de esquecer



ÁFRICA COPIOU A EUROPA MAS OS EXEMPLOS DA EUROPA HÁ MUITO DEIXARAM DE SER EDIFICANTES E EXEMPLOS A SEGUIR

O 25 de Abril, em Portugal, trouxe a democracia e a 
liberdade de expressão mas também a possibilidade das colónias portuguesas acederem à independência  -E, ,desde então, desde esse histórico acontecimento,  muita coisa aconteceu – Porém, o exercício de  tais análises, cabe à  palavra dos historiadores.. 

Um dado relevante, porém, a sublinhar, é o facto das populações poderem eleger os seus governantes. 




Em São Tomé, é certo que houve um período do partido único, mas creio que mais no sentido de uma pré-preparação pluralista e democrática, de  que com o objetivo de  impor um regime ao estilo ditatorial.. Sim, nestas ilhas, pela natureza do seu povo, alegre , expressivo e pacifico, é impensável  que alguma vez que a ditadura vingue, com sucesso, que um caudilho se perpetue no poder sem dar a oportunidade a outro. 

Por isso mesmo, São Tomé e Príncipe  é um dos raros exemplos de África onde  a liberdade de expressão mais se tem imposto e consolidado. Assim o comprova a forma pluralista e democrática, como têm decorrido  os processos eleitorais. Pena que, cada governo, depois de eleito, procure os  seus arranjos nos órgãos  estatizados de Comunicação social – Estes são os pontos negativos do pluralismo santomense. 

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