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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

sexta-feira, 19 de maio de 2017

S. Tomé - Elsa Garrido, a Mãe Coragem, terminou a greve de fome de 19 dias, quase desfalecida mas de olhar sereno e de cabeça erguida - Segredo do Milho transgénico Chinês vale mais que a vida de um santomense. Fui insultada! Enxovalhada! "Não devia ser crime nenhum debater sobre este assunto" - Infelizmente, isto não é uma escolha, que se faz de ânimo leve, gosto de viver – pelo menos os meus amigos sabem que eu sou uma pessoa cheia de vida, gosto de coisas boas, de apreciar a vida. - 14 Países africanos estão conduzindo ensaios de campo de culturas GM A China um dos maiores produtores de OGM do mundo quer acelerar o cultivo em escala industrial” – Quererá usar S. Tomé como seu laboratório colonial?

Jorge Trabulo Marques - Jornalista - Informação e análise

"Enquanto cidadãos, temos o direito de questionar o nosso Governo sobre  as coisas que nos tocam de perto, principalmente agricultura e alimentação… Tudo isto  não deve ser nenhum segredo Estado… 
Foi o que fizemos mas houve reações muito negativas, de pessoas a porem em dúvida a nossa preocupação, fomos enxovalhados, tratados de doidos e que não devíamos fazer isto porque estamos a travar o trabalho do nosso Governo; que queremos mal ao Estado Santomense!... Foi uma mistura de tudo…Do que se chama de má fé."




"Venho declarar a SUSPENSÃO DA GREVE DE FOME, a partir do dia de hoje, 16 de Maio de 2017, na esperança de que das novas estratégias determinadas surjam bons resultados (não estando, portanto, excluída a hipótese dum retomar a greve de fome)

“ O GRITO” de alerta e descontentamento foi ouvido e compreendido por muitos nas ilhas de São-Tomé e Príncipe e além fronteiras; Apesar do silêncio ensurdecedor do Ministro de Agricultura e Desenvolvimento Rural da RDSTP, Sua Excelência Teodorico Campos (Não foi recebida qualquer resposta a carta enviada, via Embaixada de RDSTP, em Portugal); - Téla Nón

PELAS MÃES E FILHOS DO SEU AMADO E MARAVILHOSO PAÍS 





Foram 19 dias de greve de fome, que começou no dia 26 de Abril, levados ao extremo da sua resistência física,  alguns dos quais,  expostos ao  relento,  sob o desconforto do ruído  constante dos carros que transitavam numa das ruas mais movimentadas da cidade -  Iam decorridas duas semanas, em greve de fome: estava sentada  junto ao passeio, recostada à parede à entrada do edifício onde se encontra instalada a embaixada do seu pais, em Lisboa, com o ruido incomodativo do trânsito ao seu lado. Fomos dar-lhe o nosso abraço solidário e saber de viva voz as razões que a animavam para tão heroico sacrifício da sua vida: que fortes motivos levavam  a cidadã santomense, Elsa Garrido,  a arriscar a sua vida, a tão  penoso esforço e sofrimento

É justamente a voz do seu corajoso grito “ O GRITO” de alerta e descontentamento, ouvido e compreendido por muitos nas ilhas de São-Tomé e Príncipe e alem fronteiras, menos pelo silêncio ensurdecedor do Governo e da sua rádio e TV,  que aqui hoje lhe trazemos, pedindo desculpa pelas deficiências técnicas, de  uma parte desse impressionante registo, a que acrescentámos  também as suas declarações à RDP-África, a estação que primeiramente deu a conhecer  os objetivos do seu protesto. Assim, como, em texto, o notável esforço jornalístico do Téla Nón, desde a primeira  hora.


Confessou-nos: “Quando um país silencia um cidadão, quando impede os cidadão de usar os recursos  para prestar, para questionar; quando o cidadão se sente oprimido, obrigatoriamente, mais cedo ou mais tarde, haverá ações radicais: infelizmente, isto não é uma escolha, que se faz de ânimo leve, gosto de viver – pelo menos os meus amigos sabem que eu sou uma pessoa cheia de vida, gosto de coisas boas, de apreciar a vida

Enquanto cidadãos, temos o direito de questionar o nosso Governo sobre  as coisas que nos tocam de perto, principalmente agricultura e alimentação… Tudo isto  não deve ser nenhum segredo Estado… 

Foi o que fizemos mas houve reações muito negativas, de pessoas a porem em dúvida a nossa preocupação, fomos enxovalhados, tratados de doidos e que não devíamos fazer isto porque estamos a travar o trabalho do nosso Governo; que queremos mal ao Estado Santomense!... Foi uma mistura de tudo…Do que se chama de má fé.




Num tempo marcado pelo mais desenfreado egoísmo, pelo materialismo individualista exibicionista,  sim, pelo culto do hedonismo e  das falsas aparências de que, quem está bem, não está para chatear, e, aqueles que não estão bem – e são a grande esmagadora maioria, que se amanhem e se desenrasquem  (mas, também, mesmo querendo não sabem como), na verdade, o exemplo da cidadã santomense, mãe de uma filha, gestora de uma pequena empresa familiar, é realmente, mais de que maravilhoso exemplo de corajosa  e lúcida denúncia, um verdadeiro ato de amor à terra que a viu nascer, em prol do  seu povo, de entrega, generosidade e sacrifico ao próximo, aos seus compatriotas e concidadãos.

DANDO POR TERMINADA A GREVE DE FOME – MAS NÃO POR FINDA A SUA LUTA


"Registando o apoio incondicional e gracioso de, pelo menos, três grandes ONGAs Portuguesas, no sentido de promover formações de sensibilização, análises científicas e eventual apoio na criação de um banco de sementes que permitiria ao país proteger espécies nativas e indiretamente garantir até um certo nível a soberania alimentar;
Venho declarar a SUSPENSÃO DA GREVE DE FOME, a partir do dia de hoje, 16 de Maio de 2017, na esperança de que das novas estratégias determinadas surjam bons resultados (não estando, portanto, excluída a hipótese dum retomar a greve de fome).

A luta pelo direito a informação, direito a debates públicos sobre TRANSGÉNICOS, HÍBRIDOS, continua. O movimento Pró-Ambiente STP, continuará o trabalho no sentido de pesquisar, promover o debate, comunicar todas informações sobre este tema e manter abertura para um diálogo sem tabus nas questões ligadas ao consumo, produção, experiências, dos OGMs e HÍBRIDOS, e de uma forma alargada, estaremos atentos a política agraria, proteção do meio ambiente e a soberania alimentar nas ilhas de São-Tomé e Príncipe. A Declaração do Rio sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento estipula que todos os cidadãos devem ter direito a informação.
Palavras transcritas do Téla Nón –  O único jornal on lin que não se limita a replicar a informação governamental  mas que também concede espaço ao debate e à livre opinião – Notável exemplo de  Jornalismo independente e corajoso, pese as pressões e as  barreiras que por vezes lhe opõem.  – E de cuja fonte vamos transcrever mais o seguinte passo:

 No seguimento do comunicado publicado no dia 26 de Abril, declarando a GREVE DE FOME, que perdurou 19 dias, em protesto contra a falta de transparência e debate livre sobre a questão de consumo, introdução e experiencia dos TRANSGENICOS e/ou HIBRIDOS nas ilhas de São-Tomé e Príncipe; http://www.telanon.info/sociedade/2017/04/26/24293/cidada-em-greve-de-fome-contra-introducao-de-milho-dito-hibrido-em-stp/
Apesar do silêncio ensurdecedor do Ministro de Agricultura e Desenvolvimento Rural da RDSTP, Sua Excelência Teodorico Campos (Não foi recebida qualquer resposta a carta enviada, via Embaixada de RDSTP, em Portugal); Apesar da não divulgação, do protesto dos cidadãos reclamando o direito a Informação, por parte da TVS (televisão são-tomense), RNSTP (radio nacional de STP), atitudes que demonstram claramente a falta de liberdade de expressão, violação dos direitos cívicos, desrespeito completo pela vida humana e saúde pública dos nossos conterrâneos, que por conseguinte vem confirmar o estado geral da nossa democracia; “


O GRITO” de alerta e descontentamento foi ouvido e compreendido por muitos nas ilhas de São-Tomé e Príncipe e alem fronteiras;
 Foi ouvido por diversas personalidades e entidades São-tomenses e Portuguesas nomeadamente: Intelectuais, líderes de partidos políticos, deputados, ONGs, ONGAs  e boa parte dos são-tomenses residentes na diáspora e nas ilhas;

Tendo em conta as promessas, dos mesmos, de levar a serio este “ Grito” e de tudo fazerem no sentido de promover debates públicos, investigar e informar a nossa população sobre a questão da dita experiencia do Milho transgénico e/ou hibrido que está, neste preciso momento, em crescimento no centro do país, na zona de Mesquita, sem qualquer diálogo com a população, estudo de impacto ambiental ou parecer técnico prévio, de modo a avaliar os riscos e aplicar o princípio de precaução – Mais pormenores em   Elsa Garrido suspendeu Greve de Fome | Téla Nón


"FOMOS ENXOVALHADOS E TRATADOS COMO DOIDOS" - Declarou-me no afável diálogo


 Quando um país silencia um cidadão, quando impede os cidadão de usar os recursos  para prestar, para questionar; quando o cidadão se sente oprimido, obrigatoriamente, mais cedo ou mais tarde, haverá ações radicais: - infelizmente, isto não é uma escolha, que se faz de ânimo leve, gosto de viver – pelo menos os meus amigos sabem que eu sou uma pessoa cheia de vida, gosto de coisas boas, de apreciar a vida
Enquanto cidadãos, temos o direito de questionar o nosso Governo sobre  as coisas que nos tocam de perto, principalmente agricultura e alimentação… Tudo isto  não deve ser nenhum segredo Estado… 

Foi o que fizemos mas houve reações muito negativas, de pessoas a porem em dúvida a nossa preocupação, fomos enxovalhados, tratados de doidos e que não devíamos fazer isto porque estamos a travar o trabalho do nosso Governo; que queremos mal ao Estado Santomense!... Foi uma mistura de tudo…Do que se chama de má fé.

POR QUE É QUE O POVO NÃO TEM DIREITO A UM DEBATE PÚBLICO? -  

Na China - Apreendido

Em S. Tomé - Ainda resta saber
"Não devia ser crime nenhum debater sobre este assunto". Quer dizer, o bom  santomense é aquele que se cala!.."

O que até  agora se constato é que, a vida deste milho, vale mais de que qualquer santomense, seja eu ou qualquer compatriota, teria o mesmo resultado...  porque, simplesmente, os interesses à volta deste milho, porque não se percebe, porquê tanto segredo? 

Porquê o nosso Povo não tem direito a um debate público?... Por que é que não podemos conversar, entre nós e refletir, sobre o que é este milho, o que vai trazer de bom ou nau para o país: pelo menos avaliar os riscos e dar alguma tranquilidade  à nossa gente..

Nós não somos respeitados, como cidadãos e isto é extremamente revoltante  e deveria ser revoltante para todo o santomense… pouco importa os seus interesses . Se continuarmos a ficar calados, assim,  quando alguma coisa não está bem, depois não nos podemos queixar que existe uma má governação. Ficando calados, somos cúmplices  

Que o milho seja híbrido, transgénico ou híbrido contaminado com o transgénico, o importante para nós é que se autorize a população a poder debater sobre estas questões: não devia ser crime nenhum debater sobre este assunto.

Óbvio que S. Tomé e Príncipe é um país pobre; óbvio que precisamos de pareceres económicos para apoiar S. Tomé e ajudar no seu desenvolvimento mas não existe mal nenhum em deixar o povo debater. 

Por exemplo, em Cabo verde existem transgénicos , existem outras espécies a serem incrementadas mas houve..há debate sobre transgénicos e híbridos, as pessoas são esclarecidas: as universidades, os intelectuais,  as organizações  governamentais,  a sociedade civil, em geral, o povo está informado… Ou pelo menos tentar."

"Fui  insultada!...Fui enxovalhada!... "  "Concordo que S. Tomé e Príncipe não deve servir de laboratório!.. Já sabemos que existem consumos de produtos..."Por favor, Sr. Ministro, autorize um debate público sobre o milho transgénico ou que seja híbrido  mas esclareça a nossa gente!


O problema, em S. Tomé, é que nem sequer nos autorizam a questionar; quer dizer, o bom  santomense é aquele que se cala!... Eu sei que, a partir de hoje, principalmente, como sou a cabeça da lista desta polémica,  sei que aqueles que são fanáticos  da politica partidária… Fui assediada! Fui insultada !... Mas o que que erro dizer aos meus conterrâneos,  é que, se nós não tivermos boa terra para viver e sermos felizes, não somos mais ninguém!..

Os partidos políticos, vão, voltam: os políticos que estão poder, vão mas S. Tomé continua! A terra é de todos nós! Temos que cuidar bem dela! Principalmente pela pequenez. Pela população, que não é tão grande, em comparação com outros países, portanto, eu peço que é de bom senso,   fazer um debate público, esclarecer e tranquilizar a  população.

Concordo que S. Tomé e Príncipe não deve servir de laboratório!.. Já sabemos que existem consumos de produtos... Este problema que foi levantado é uma boa oportunidade para que os nossos deputados, os nossos dirigentes, o ministério da Agricultura, as pessoas que têm especialidade nesta área aproveitarem esta oportunidade para refletir para ver se conseguimos legislar e enquadrar a entrada destes produtos de consumo..  

Porque, a desgraça, como S. Tomé e Príncipe, que tem apenas um hospital Central, com as condições que temos, eu penso que, qualquer ser humano, normalmente constituído, deve  apertar o principio de precaução, enquanto cidadão, não entenda..


Por favor, Sr. Ministro, autorize um debate público sobre o milho transgénico ou que seja hibrido  mas esclareça a nossa gente! Explique quais são as vantagens e as desvantagens! Se é bom para a nossa agricultura! Isso não é pedir muito.. Não é preciso ficar encrespado! Quando um cidadão levanta  um problema, normalmente, os intelectuais agarram nesse problema que foi levantado! Os profissionais nesse problema que foi levantado e tentam resolver. Não adianta nada ficarmos com a cabeça enfiada no chão, a escolher o problema: porque, um dia,   vamos ter desgraças a sério e vamos ser prejudicados: a nossa população pode correr risco! Então, eu peço, eu rogo, em meu nome pessoal e  em nome de todos os santomenses, por favor Sr Ministro da Agricultura, abra o diálogo Não há mal nenhum  em promover um seminário 

Alguns dos artigos publicados sobre o protesto de Elsa Garrido  - Milho : Elsa Garrido quase desfalecida persiste em greve de fome Economia - Ativista são-tomense em greve de fome há 15 duas contra Não á introdução de OGM e híbridos em São Tomé - RFIAmbientalistas dizem não ao milho transgénico em São Tomé | GAIAMilho: Elsa Garrido quase desfalecida persiste em greve de fomeCidadã em greve de fome contra introdução de milho “dito híbrido” 




MINISTRO DA AGRICULTURA (MADR) – APARENTEMENTE MAIS INTERESSADO EM PROMOVER A IMAGEM DOS NOVOS ALIADOS DE PEQUIM DE QUE BUSCAR A VERDADE  



Não para contribuir para o progresso e bem-estar da população ou para um desenvolvimento 
duradouro e sustentado, mas para servir interesses vaidosos e egoístas imediatistas, fazendo destas ilhas a sua nova colónia ou talvez mesmo o laboratório de investigações de duvidosas e arriscadas aplicações, que, até no interior da própria China, pese o peso da censura ditatorial, fazem levantar vozes discordantes – Isto para já não falar das denúncias que têm sido feitas, internacionalmente.



Tal se afigura ser o caso da plantação do milho transgénico, num dos terrenos mais férteis de  S. Tomé - Até porque há mais bocas na China que em S. Tomé -  



"QUER GANHAR DINHEIRO: POR FAVOR TIPO 999"   玉米 杂交  999  -


Técnicos chineses sintonizados com o Governo – Depois deste terem afirmado publicamente, na Rádio e na Televisão,   que  S. Tomé e Príncipe já começou a colher  o fruto da cooperação com a República  da China Popular, depois dos dois países terem restabelecido as relações diplomáticas: na região centro, norte e sul de São Tomé, a missão chinesa está a produzir milho


Técnicos chineses em S. Tomé


Esta é a embalagem que os técnicos chineses mostraram na conferência de imprensa, conjunta com o 

Ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Teodorico Campos,  para negarem o que haviam afirmado no passado dia 10: de que uma equipa de técnicos agrícolas chineses “está a introduzir em São Tomé e Príncipe o cultivo de milho transgénico para ração animal, procurando diminuir a dependência alimentar do país.



O CULTIVO EM S. TOMÉ É PARA ENGORDA DOS PORCOS OU PARA ENGORDA DOS BOLSOS? 


– A mostra da embalagem pelos técnicos chineses , é idêntica à publicitada na Internet por entre uma infinidade de pacotes de milhos e de outros produtos, quer de tamanhos como de cores – E com que rigor e verdade cientifica para ser comercializado assim? – Num país que importa 95% do milho GM dos EUA e faz cultivo ilegal do mesmo! – Acusa Greenpeace- Daí o justificado receio do Movimento Pró-Ambiente São Tomé e Príncipe, que, num comunicado enviado à redação do Jornal Téla Nón, renova os protestos contra o plantio de milho importado da China, e solicita ao ministro que suspenda «a experiência do plantio do milho dito híbrido no solo agrário são-tomense», quer seja transgénico ou híbrido .


ÁFRICA A ETERNA VITIMA DA COBIÇA INTERNA E EXTERNA   - ATRAÍDA PELA VAGA TRANSGÉNICA  - SÃO TOMÉ VAI PELO MESMO CAMINHO Matar a fome às populações é mero pretexto onde a vida humana não tem significado especial para as elites do poder politico e económico

Transgénicos em África: combater a fome, ou acumular lucros?
20 de Abril, 2007 Na geopolítica dos transgénicos, as empresas de biotecnologia e os governos que se interessam em espalhar a multiplicação de organismos geneticamente modificados (OGMs) pelo mundo têm alvos e estratégias bem definidos. Países subdesenvolvidos da Ásia, América Latina e África são vistos como um mercado interessante e potencialmente lucrativo.
Quando países como a Zâmbia e o Zimbabwe negaram ajuda humanitária dos Estados Unidos, por se tratar de alimentos transgénicos, um sintoma de uma nova realidade em África despontou nos media. Não foi unânime a compreensão do porquê de países com populações tão miseráveis e famintas negarem ajuda alimentar. A questão é que alguns governos africanos tentam resistir à proliferação de transgénicos nos seus territórios, enquanto as empresas de biotecnologia avançam para espalhar os organismos geneticamente modificados (OGMs) – Excerto de http://www.esquerda.net/dossier/transgenicos-em-africa-combater-fome-ou-acumular-lucros/1690
14 Países africanos estão conduzindo ensaios de campo de culturas GM – 

África tem sido relutante no passado a adotar a tecnologia de alimentos geneticamente modificados (GM) ou transgénicas para a produção agrícola, mas isso está mudando como Steven E. Cerier, economista internacional que escreve para Genetic Literacy Project. Desenvolvimentos recentes sugerem que muitos países africanos estão dispostos a superar a oposição nacional e internacional para a tecnologia GM, adotá-lo como uma maneira de impulsionar seu setor agrícola.

(...) Os opositores a GM  pediram que os países africanos não comercializassem culturas GM, dizendo que "vai fazer com que o seu sector agrícola caia nas mãos de grandes empresas agrícolas multinacionais, prejudicando a biodiversidade e os pequenos agricultores e expor a as pessoas a riscos potenciais à saúde por comer alimentos transgênicos".

(…) Além disso, as Academias de Ciências Camarões, Etiópia, Gana, Quênia, Moçambique, Nigéria, Senegal, África do Sul, Sudão, Tanzânia, Uganda e Zimbabwe assinaram, em 2013 , um documento comum que reconhecem que "a biotecnologia [agrícola] pode ser uma ferramenta de desenvolvimento poderosa para lidar com alimentação, saúde e problemas ambientais do continente Africano "e que" os governos africanos devem tomar medidas agressivas para adoção da biotecnologia moderna e tradicional como ferramentas e opções práticas para medidas de desenvolvimento da África ".

Neste contexto de apoio científico e técnico no continente, e 14 países africanos estão conduzindo ensaios com culturas GM direcionados a realidades agrícolas nacionais: Burkina Faso plantar comercialmente algodão Bt desde 2008 . Atualmente realizado trabalho experimental com caupi e algodão Bt e sorgo bio-fortificado. Camarões realizou seus primeiros testes de campo com algodão Bt em 2012. Espera-se que um segundo teste que está sendo realizado em três locais em 2018 é concluída. Egito crescendo milho Bt comercialmente a partir de 2008 a 2012, no entanto politicamente motivados começaram plantio comercial à espera de uma revisão do governo - influenciado pela publicação do estudo Séralini 2012, que mencionou alegado risco de câncer pelo consumo do milho Bt . Este estudo foi amplamente questionada pela comunidade científica internacional e, mais tarde se retratou em 2013 .

Etiópia revisou sua Lei de Biossegurança 2015 para permitir testes de campo de algodão Bt em 7 locais. Estes testes são concluídos, e o cultivo comercial de algodão Bt está prevista para começar em 2018. Gana é a realização de testes de campo com feijão-frade e algodão Bt, arroz e salinidade seca tolerante e uso eficiente de azoto, e inhame bio-fortificados. Os testes serão concluídas em 2018. Se alcançado com êxito, é esperado que o governo para permitir que os agricultores utilizem comercialmente. O governo aprovou uma lei de biossegurança em 2011.

Quénia - Em 21 de fevereiro, o governo queniano pareceu reverter sua oposição a culturas geneticamente modificadas quando ele indicou que iria aprovar a comercialização do algodão Bt. "Estamos totalmente por trás Malawi está a conduzir ensaios de campo de doença - de banana resistentes , caupi Bt e algodão Bt Em países mais desenvolvidos, as bananas são um produto agrícola importante

 Moçambique plantou seu primeiro ensaio de campo confinado com a seca de milho GM tolerante em fevereiro de 2017. Nigéria oi ficando para trás no desenvolvimento de transgênicos, mas poderia emergir como um líder no desenvolvimento agro-biotecnologia Africano dois anos depois de passar um histórico biossegurança conta.  África do Sul, o único país Africano que cresce GM uso alimentar comercialmente, realizou testes de campo bem sucedidos com a seca de milho GM resistente tolerante e pragas. As sementes foram desenvolvidas pelo projeto "Milho - Água eficiente para a África" (CMAE), uma parceria público-privada internacional. São dadas sementes livres para pequenos agricultores do Sul Africano, que começou a produção comercial em 2016.

Tanzânia é a realização de ensaios de campo tolerante à seca de milho GM (que mostrou resultados positivos ) e resistente a insetos - iria ser uma possível comercialização em 2021 se os regulamentos responsabilidade por Biosecurity Act são alterados pelo Parlamento. "O governo pretende revolucionar a agricultura através da introdução de culturas biotecnológicas para melhorar

Uganda realizados testes de campo com 15 culturas transgénicas, incluindo bananas resistentes a doenças biofortificada; inhames resistentes a pragas; vírus resistentes mandioca; batata resistência a doenças ; arroz uso eficiente de azoto; O algodão Bt e seca milho tolerante.. -Zâmbia se opôs longo período de cultivo e importação de GM - até mesmo para o ponto de doações de lixo milho GM em tempos de fome alta pressão ONGA; mas isso está mudando. Em abril de 2016, o supermercado Shoprite Sul Africano começou a importar alimentos contendo OGM para suas lojas na Zâmbia. 

Zimbabwe realizou milho experimental e trabalho de algodão Bt, no entanto, tem uma política restritiva, que proíbe tanto a liberalização do comércio e importação de culturas geneticamente modificadas. O último tem causado o governo a rejeitar doações de milho geneticamente modificado para fomes que o país tem caído nos últimos anos devido a secas severas que devastaram a produção agrícola. Fontes: 

17 de marco de 2017  - Excertos de 14 países africanos están realizando ensayos de campo con cultivos .

Mentiras y verdades sobre o milho transgénico | Greenpeace

Mito: Fornece benefícios econômicos 
Fato: Pelo contrário, empresas como a Monsanto oferecer empréstimos aos agricultores pobres para comprar suas sementes rostos transgênicos. No final, os agricultores acabam com dívidas e são forçados a adquirir mais empréstimos. Quer comprar sementes ou "acidentais" poluição centenas de produtores norte-americanos foram forçados a pagar milhões de dólares. E uma vez que as sementes transgênicas têm altos rendimentos promissores, todos eles fazem é se envolver na produção de mais caro e prejudicial para pacotes tecnológicos biodiversidade. 

Mito: Ela vai ajudar a reduzir a fome 
Fato: A fome é um problema de distribuição e falta de recursos. Muitas pessoas que não podem ter acesso a alimentos básicos, não porque há uma escassez deles, mas porque eles têm renda suficiente para fazê-lo. sementes geneticamente modificadas não são projetados para resolver a fome mundial, mas para produzir lucros para as corporações. 

Mito: é possível a coexistência entre culturas GM e convencionais 
Realidade: As culturas transgénicas contaminam as culturas convencionais, orgânicos, alimentos e mel. Quando cultivadas fora do laboratório é impossível parar o curso normal da natureza: insetos, polinização ou rascunhos. Portanto poluição expande naturalmente e inevitavelmente. Se as plantas de milho transgénico contaminar o milho nativo, estamos em perigo de perder essas plantas-tronco que são a fonte de todas as variedades desse grão, o que seria um grande desastre. 
GM, a resposta controversa para a fome na África

A promessa de organismos geneticamente modificados (OGM) é tentador para os países africanos. condições meteorológicas extremas eo rápido aumento na demanda exercem grande pressão sobre os agricultores do continente para aumentar a produtividade.

Portanto, não é difícil entender que uma variedade de milho e insetos resistentes à seca pode parecer uma solução milagre para alcançar a segurança alimentar nos países em desenvolvimento. Los transgénicos, controvertida respuesta al hambre en África - El País








AGORA VEJA A RAZÃO PELA QUAL A CHINA AUTORIZOU E INTENSIFICOU O CULTIVO DE TRANSGÉNICOS

Em 03/12/2009 - O Ministério da Agricultura da China aprovou o cultivo de variedades de arroz e milho geneticamente modificado (GM) para aumentar o desempenho, de acordo com especialistas, poderia evitar a escassez de alimentos no país mais populoso do mundo. 

A China é o maior produtor de arroz no mundo (30% da produção mundial) e milho produz 20% do planeta, de acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA. Mas é também o primeiro consumidor de arroz, tornando as exportações muito poucoChina autoriza el cultivo de maíz y arroz transgénicos ‹

China quer acelerar o cultivo de transgénicos em escala industrial

14/04/2016  China quer acelerar nos próximos anos em um cultivo em escala industrial de milho e de outros organismos geneticamente modificados, eles anunciaram quinta-feira o que há dez anos não havia autorizado quaisquer autoridades transgénicos.

"No dia 13 Plano Quinquenal, vamos acelerar a industrialização de produtos, incluindo novos tipos de algodão e milho resistente a insetos", Liao disse a repórteres Xiyuan, um ministro sênior da Agricultura. China quiere acelerar el cultivo de transgénicos a escala industrial ...  

 Governo chinês anuncia plano para reforçar a investigação e plantio de transgénicos

28/04/2016 China pretende plantar culturas geneticamente modificadas escala muito grande nos próximos anos. A nova política segue um recente anúncio de que o desenvolvedor de culturas geneticamente modificadas, Syngenta, foi comprado por uma empresa estatal chinesa.

(..) "Durante o plano de 13 cinco anos ... vamos promover a industrialização dos principais produtos, incluindo novos tipos de algodão GM e resistente a insetos milho", disse Liao Xiyuan, um alto funcionário do Ministério da Agricultura. Grande parte do milho é utilizado para alimentação animal. Gobierno de China anuncia plan para fortalecer siembra e ... - ChileBIO

Alimentos transgénicos são um perigo real para a saúde  “Cientistas, agricultores e criadores de animais vêm comprovando os danos graves que os alimentos transgénicos promovem para a saúde humana e animal: alergias crónicas, câncer e esterilidade estão entre as doenças provocadas por transgénicos  Mas isso pouco ou nada importa quando  há que alimentar milhões de bocas, seja de que forma for – que podem comer desde baratas, a gafanhotos ou carne de cão  1”7/08/2015 Apesar de ser a segunda economia do mundo, China ainda apresenta alto nível de desigualdade. Um por cento da população concentra um terço da riqueza nacional

Arranha-céus com fachadas reluzentes dominam as cidades chinesas. Rodovias, aeroportos e vias ferroviárias expressas foram construídos no país nos últimos anos. Em Pequim, Xangai e Guangzhou, as ruas são congestionadas, muitas vezes por carros caros, de marcas importadas.

De acordo com o Banco Mundial, uma pessoa vive em pobreza absoluta quando dispõe de menos de 1,25 dólar por dia. Segundo o Instituto Nacional de Estatísticas da China, cerca de 70 milhões de pessoas ainda vivem no país nessa condição.- Excerto dO outro lado do boom econômico chinês 

 Tal como também pouco ou nada importará que ao dirigentes chineses os rios se encontrem mortos de poluição ou ar da atmosfera irrespirável, se o mais importante são os arranha-céus e as fábricas de produção para bilionários encherem os bolsos, sim, num país e  que a Poluição atmosférica mata diariamente 4000 pessoas na China

GOVERNO CHINÊS APROVOU A INTRODUÇÃO E A INTENSIFICAÇÃO DOS PRODUTOS TRANSGÉNICOS - Mas fez o mesmo silêncio nos seus órgãos oficias que o Governo santomense – Todavia, nem por isso, deixou de haver, entre cidadãos e nos meios científicos, e até pela Greenpeace, quem questionasse a questão – Foi a conclusão que pude  extrair de uma pesquisa levado a  cabo em língua chinesa, na Internet  - SE bem que, de algum modo, com uma no cravo e outra na ferradura, não fosse abespinhar o todo poderoso controlo da censura.

Greenpeace critica a falta de informação sobre riscos para a saúde e estudos ambientais realizados sobre estes produtos e insta o Ministério da Agricultura para comunicar imediatamente todos os detalhes.
"O arroz é o mais importante povo chinês básicos e os nossos bebês crescem nele. As pessoas têm o direito de saber se eles comem tem qualquer risco para a saúde", disse Lorena Luo, membro do Greenpeace na China. – Excerto de  China aprueba la producción de arroz y maíz transgénico –

CURIOSO DEBATE CHINÊS - MUITO EQUILIBRADO

Yun-Liu Fan: do ponto de vista da segurança alimentar, o mais importante não é não cruzar espécies transgénicas, mas por sua vez que genes.(…)  .DAI Jing-Rui: Da perspetiva de Gastroenterologia, geneticamente GM modificado contêm dezenas de milhares de genes. GM alimentos é a adição de um ou mais úteis para a agricultura (…)Na verdade, o Estado tem um rigoroso sistema de gestão geneticamente modificada, qualquer avaliação rigorosa por parte do Ministério da Agricultura

Huang Dafang: Governos e a comunidade científica já começou a atribuir grande importância para a prevenção e controle de transferência de genes riscos potenciais, um monte de avaliação de risco, gerenciamento de risco e comunicação de risco.(…) Portanto, de acordo com a lei aprovada cultivos transgénicos é seguro, seus riscos podem ser controlados de forma eficaz - Lin Min: (..). Como o uso da tecnologia da energia atómica, não só pode ser usado para fazer uma bomba atómica como uma arma do crime, mas também pode ser usado para gerar serviço de eletricidade para a nossa produção e vida.(..)

DAI Jing-Rui: (..)  Na verdade, o Estado tem um rigoroso sistema de gestão geneticamente modificada, qualquer avaliação rigorosa por parte do Ministério da Agricultura, produção e certificado de segurança de aplicação emitiu a entrar no mercado são seguros para comer.  - Chen Jun Shi:  Do ponto de vista transgênico, claramente não atende as definições de segurança alimentar, porque, até agora, ninguém nos disse que os alimentos geneticamente modificados no interior, o que substâncias tóxicas e perigosas, então eu não acho que os alimentos geneticamente modificados têm questões de segurança alimentar. 

Lin Min:
  Como o uso da tecnologia da energia atômica, não só pode ser usado para fazer uma bomba atômica como uma arma do crime, mas também pode ser usado para gerar serviço de eletricidade para a nossa produção e vida.
 http://blog.sina.com.cn/s/blog_5ef1fe090102x5gb.html 

PARLAMENTO DA UNIÃO EUROPEIA DIZ QUE ÁFRICA CORRE O RISCO DE TRANSFORMAR NUMA IMENSA COLÓNIA CHINESA. - Mas essa dura realidade só a não vê, quem não quer, tão evidente salta à luz dos olhos. 


Referem noticiais que “África arrisca-se a ser uma colónia chinesa, porque os chineses só querem as matérias-primas e não querem saber da estabilidade no continente”, disse ainda o Presidente do PE. http://www.correiodigital.net/africa-corre-o-risco-de-se-tornar-numa-colonia-da-china/



QUEM REJEITOU E APROVOU OS TRANSGÉNICOS 

01/03/2014 - Os países que rejeitaram o cultivo dos transgênicos.
Estados Unidos : Na Califórnia, apenas nos condados Mendocino, Trinity e Marin  proibiram com sucesso os transgênicos. Eleitores em outros condados da Califórnia tentaram aprovar medidas semelhantes, mas não conseguiram.;San Juan County, Washington: Aprovaram a Iniciativa Medida n º 2012-4, que proíbe o crescimento de organismos geneticamente modificados dentro do município.; Jackson County, Oregon: Aprovaram uma medida que torna ilegal que qualquer pessoa propague ou cultive plantas geneticamente modificadas.
Na Austrália: Vários estados australianos tiveram proibições de culturas geneticamente modificadas, mas a maioria deles tem alguma cultura transgênica. Só no sul da Austrália existe ainda a proibição de cultivos transgênicos, embora a Tasmânia tem uma moratória sobre eles até novembro de 2014. - No Japão: Os japoneses estão firmemente contrários a culturas geneticamente modificadas. No entanto, grandes quantidades de canola são importadas do Canadá (que é um dos maiores produtores mundiais de canola GM) e agora há canola GM em torno de portos e estradas japonesas para as principais companhias de alimentos. Canola geneticamente modificada “Canola Roundup Ready” da Monsanto foi encontrada crescendo em torno de 5 dos 6 pontos que foram testados por contaminação transgênica.
Na Alemanha: Há uma proibição sobre o cultivo ou a venda de milho geneticamente modificado. - Na Irlanda: Foram proibidas para o cultivo em 2009 todas as culturas GM, e há um sistema voluntário de rotulagem para alimentos que contenham organismos GM, para ser identificados como tais.
Na Áustria, Hungria, Grécia, Bulgária e Luxemburgo: Há proibições no cultivo e comercialização de organismos geneticamente modificados. Na França: O milho MON810 da Monsanto (GM) tinha sido aprovado, mas seu cultivo foi proibido em 2008 por desconfiança pública generalizada. Tem sido bem sucedido manter as culturas GM fora do país.
Em Madeira: Esta pequena ilha portuguesa autônoma pediu a proibição em todo território sobre as culturas GM no ano passado e foi autorizado a fazê-lo pela União Européia.
Na Suíça: O país proibiu todos os cultivos transgênicos, animais e plantas em seus campos e fazendas em um referendo público em 2005, mas a proibição inicial era de apenas cinco anos. A proibição foi estendida até 2013. - Na Índia: O governo colocou uma proibição de última hora sobre berinjela GM, pouco antes de ser iniciada a safra em 2010. No entanto, os agricultores foram amplamente incentivados a plantar algodão transgênico da Monsanto e isso levou a resultados devastadores. O jornal Daily Mail relata que um número estimado de 125 mil agricultores se suicidaram por causa da quebra de safra e enorme dívida desde o plantio de sementes transgênicas.
Na Tailândia: O país ziguezagueava em seu apoio e sua oposição de culturas GM. O país experimentou o mamão GM do Havaí, mas inverteu seus planos quando as sementes começaram a contaminar as culturas vizinhas. Vários países, como o Japão, bloquearam a importação de mamão da Tailândia. O governo tailandês está tentando abraçar ambos os lados – a produção de alimentos orgânicos para alguns países a um preço elevado, enquanto caminha para abraçar cada vez mais culturas GM. O país também tem tentado declarar algumas áreas zonas livres de OGM, a fim de incentivar outros países a confiar em seus alimentos.
Os países que adotaram o cultivo dos transgénicos?
América do Sul :  Tem plantio generalizado de culturas geneticamente modificadas em toda região, principalmente no Brasil.

EUA: Cresce principalmente variedades transgênicas de milho, canola e soja. Hawaí agora cresce mamão GM. Aprovações também foram dadas para as variedades de alfafa GM, abobrinhas, açúcar de beterraba e tomate, mas nem todos estão atualmente sendo cultivados. A recente tentativa de aprovar o salmão GM foi derrotado
China: É um dos maiores produtores de culturas geneticamente modificadas do mundo
Canadá : Tem difundido o uso de culturas GM. Quase toda canola canadense é GM, como também uma grande parte da soja e milho do país. Prince Edward Island tentou aprovar a proibição de cultivo de OGM, mas não conseguiu, e as culturas GM na região estão aumentando atualmente. - Alemanha, Suécia e República Checa: Aprovaram o cultivo de batatas geneticamente modificadas. O governo da Finlândia: A população é receptiva aos alimentos geneticamente modificados.
Espanha: Atualmente cultiva milho OGM (cerca de 20% do milho do país é GM).
A República Checa, Eslováquia, Portugal, Romênia e Polônia: Tudo  que cresce tem um pouco de milho OGM. - As Filipinas: Crescem cultivos transgênicos. - A União Europeia (UE): Aprovou o cultivo de muitas culturas geneticamente modificadas (incluindo batata e milho), mas cada país é capaz de optar pelo que deseja. No entanto, a maioria dos países da UE não estão autorizados a rejeitar a venda de alimentos geneticamente modificados.
África do Sul: Está crescendo o número crescente de culturas geneticamente modificadas.
Grã-Bretanha:Apoia oficialmente culturas GM e tem experimentos de OGM, como batatas. No entanto, existe a desconfiança pública generalizada das culturas e o príncipe Charles foi um oponente direto dos OGM. - Tailândia: Como mencionado acima, a Tailândia abraça e rejeita as culturas GM.
A Índia: O plantio generalizado de algodão transgênico da Monsanto levou à tragédia em toda a Índia. O governo indiano proibiu até mesmo sementes convencionais de muitos bancos de sementes do governo na tentativa de agradar a Monsanto (em troca, o país recebeu empréstimos do Fundo Monetário Internacional para ajudar a sua economia) e retardam as taxas de pobreza do país. - Estima-se que 1.000 agricultores cometem suicídio a cada mês no país como resultado da quebra de safra e da dívida causada por plantar as sementes geneticamente modificadas.

Se você quiser saber mais sobre o que são os GM (geneticamente modificados), clique na imagem abaix – Fonte http://yogui.co/paises-que-rejeitaram-e-adotaram-alimentos-gm-geneticamente-modificados/

Conheça 10 transgénicos que já estão na cadeia alimentar
No final de dezembro de 2012 -  a agência que zela pela segurança alimentar nos Estados Unidos, a Food and Drug Administration (FDA) aprovou para consumo um tipo de salmão geneticamente modificado, reacendendo o debate sobre a segurança dos transgénicos e suas implicações éticas, económicas sociais e políticas.Conheça 10 transgênicos que já estão na cadeia alimentar - BBC



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