expr:class='"loading" + data:blog.mobileClass'>

Quem sou eu

Minha foto
Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

quinta-feira, 29 de março de 2018

PRÉMIO UNESCO-GUINÉ EQUATORIAL de Pesquisa em Ciências da Vida-2017 - Entregue em Malabo, em cerimónia presidida pelo Presidente Obiang Nguema Mbasogo.e do Director Geral da UNESCO, Audrey Azoulay – 100 mil dólares (85 mil euros) distinguem trabalhos do investigador português, da Universidade do Minho, Rui dos Reis, bem como de Ivan Antonio Izquierdo da Pontifícia, médico e neurocientista, especialista nos mecanismos da memória Universidade Católica do Rio Grande do Sul, assim como Organização israelense de Pesquisa Agrícola (O Centro Volcani)


Segundo noticia divulgada na página oficial do Governo da Guiné Equatorial, os atos que procedem a entrega da 4ª edição  do  Prémio Internacional Guiné UNESCO-Equatorial de Investigação em Ciências da Vida, tiveram inicio, ontem dia 28 de Março na cidade de Sipopo, em Malabo, capital deste país do Golfo da Guiné, com a presença do Presidente Obiang Nguema Mbasogo. do Director Geral da UNESCO, Audrey Azoulay e do o Chefe do Protocolo, Michel Toto .http://www.guineaecuatorialpress.com/noticia.php?id=11262
(Atualização )  Entretanto, em noticia posterior no mesmo site, é  referido,  ainda,  que, além dos 28 convidados especiais, membros da UNESCO, personalidades ligadas aos meios científicos, a cerimónia contou com representações de mais de meia centena de países, nomeadamente, Angola, Bangladesh, Benim, Burkina-Faso, Marrocos,  Venezuela, entre muitos outros. http://www.guineaecuatorialpress.com/noticia.php?id=11273

Os vencedores premiados vão dividir a importância de 100 mil dólares, equivalente a 85 mil euros, além de receberem um diploma nas mãos do Diretor-Geral da UNESCO , SE Obiang Nguema Mbasogo lhes dará uma estátua do falecido escultor equatoriano guineense Leandro Mbomio Nsue

O prémio distingue o investigador Rui L. Reis “pelas suas contribuições excecionalmente inovadoras para o desenvolvimento de biomateriais de base natural e suas aplicações biomédicas, incluindo engenharia de tecidos, medicina regenerativa, células estaminais e sistemas inteligentes

Rui L. Reis, diretor do Grupo 3B’s do Instituto de Investigação em Biomateriais, Biomiméticos e Biodegradáveis (I3Bs) e vice-reitor para a Investigação e Inovação da Universidade do Minho, é distinguido com Prémio Internacional UNESCO de Investigação em Ciências da Vida 2017.

Outro dos premiados é Iván Antônio Izquierdo é médico e neurocientista, especialista nos mecanismos da memória e reconhecido internacionalmente. Naturalizou-se brasileiro em 1981, pois nasceu em Buenos Aires, fez sua graduação e doutorado pela Universidade de Buenos Aires e pós-doutorado na Universidade da California em Los Angeles (UCLA). Foi professor da Universidade de Córdoba, na Argentina, e mudou-se para o Brasil em 1973, incorporando-se posteriormente à Escola Paulista de Medicina (hoje Unifesp) onde fundou um grupo de pesquisas em neurociência.

Durante mais de 20 anos, Izquierdo integrou o Departamento de Bioquímica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Na entrevista fala sobre os aspectos da memória, mecanismos bioquímicos da neurobiologia da memória, bem como de doenças neurodegenerativas como o Alzheimer e das principais ferramentas para manter a saúde da memória.https://netnature.wordpress.com/2012/09/27/canal-livre-entrevista-o-neurocientista-ivan-izquierdo-que-aborda-aspectos-da-neurofisiologia-da-memoria-e-do-alzheimer/
É também contemplada a  Organização de Pesquisa Agrícola, conhecida pelo Instituto de Agricultura Volcani (em hebraico : מנהל המחקר החקלאי מרכז וולקני ), anteriormente designado como a Estação de Pesquisa Agrícola da Agência Judaica para a Palestina , é um centro de pesquisa agrícola israelense, que serve como braço de pesquisa do Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural do Estado de Israel e oferece oportunidades de pesquisa para cientistas locais e internacionais em nível de pós-graduação, bem como oportunidades educacionais para jovens, agricultores e cientistas israelenses e internacionais. A organização apóia a pesquisa agrícola israelense, concentrando-se em ciências de plantas, ciências animais, proteção de plantas, ciências do solo e ambientais, ciências de alimentos e engenharia agrícola. A organização foi fundada em 1921 em Ben Shemen , Israel, por Yitzhak Elazari Volcani, 

O prémio atribuído pela UNESCO, com o alto patrocínio do Governo da Guiné Equatorial, é um dos maiores a nível internacional na área das ciências da vida, com o objetivo de destacar a investigação neste domínio científico que tenha um forte impacto internacional.
De acordo com o programa, espera-se que os premiados seus discursos, bem como as palavras de boas-vindas do prefeito de Malabo, eo Diretor-Geral da UNESCO e do Chefe de Estado, S.E. Obiang Nguema Mbasogo.

O prémio foi criado em 2008 pelo Presidente da Guiné Equatorial, é e destiana-se a premiar projetos e atividades de um indivíduo, indivíduos, instituições, entidades ou organizações não-governamentais que trabalham na investigação científica nas ciências sabem a vida que leva à melhoria da qualidade da vida humana.

O INVESTIGADOR PORTUGUÊS SENSIBILIZADO COM A DISTINÇÃO

 Rui L. Reis, que, em Julho do ano  passado, na altura, em que foi informado da alta distinção, se congratulou nestes termos:  - "é um grande privilégio receber este importante prémio de natureza global, é mais um estímulo para todo o grupo de investigação que tenho o prazer de liderar e aceito-o em nome de todos os que de algum modo contribuíram para ele. É também um orgulho poder ver reconhecida a investigação que se faz na Universidade do Minho e que é cada vez mais relevante em termos internacion2ais.”
Foi então sublinhado, que é o terceiro grande prémio mundial que o investigador da Universidade dioMinho recebe no último ano, depois de ter sido distinguido com o galardão “Contribuições para a Literatura Científica” da Sociedade Internacional de Engenharia de Tecidos e Medicina Regenerativa (TERMIS) e o “Harvey Engineering Research Award” da associação “Institution of Engineering and Technology” (IET), entregue na passada semana em Londres.
Rui L. Reis é um dos cientistas que a nível global tem mais artigos científicos e mais citações por outros autores nas áreas dos biomateriais, engenharia de tecidos humanos e medicina regenerativa.
O cientista tem mais de 1050 trabalhos listados na base “ISI Web of Knowledge” (com cerca de 26.500 citações), 980 na “Scopus” (cerca de 29.500 citações) e 1670 na “Google Scholar” (cerca de 41.000 citações). Destes, cerca de 900 são artigos em revistas internacionais com revisores.
Os vencedores do prémio tinham sido anunciados em julho de 2017 pela então diretora-geral da UNESCO, Irina Bokova~




Nenhum comentário :