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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

sábado, 14 de julho de 2018

Independência de Tomé e Príncipe, 43 anos depois – Almirante Rosa Coutinho e o Engº. Nuno Xavier – Protagonistas da assinatura, ambos já falecidos – O que fora então um grande dia de festa, na praça mais emblemática da capital, agora, em Guadalupe, distrito de Lubata, com a presença de mais militares e paramilitares de que massa popular – Num ato presidido pelo Presidente do Regime, Evaristo Carvalho, que , à semelhança do que já é costume, aproveitou para partidarizar o evento, enaltecendo “os ganhos que o país tem registado graças à acção do actual governo, que goza de estabilidade política e governativa, conquistada nas urnas em Outubro de 2014”


Jorge Trabulo Marques - Jornalista e investigador - Informação e análise

Governo desvia as comemorações da Praça da Independência,  receando manifestações hostis à sua ditadura,  para a modesta cidade de Guadalupe, capital do distrito de Lubata, onde lhe seria mais fácil reprimir qualquer manifestação hostil à sua comédia  - Naturalmente, bem longe do entusiasmo que, as comemorações do 12 de Julho, têm suscitado  em anos passados


Refere o Téla Nón,  que a cerimónia “contou com  muito fraca presença do público, as forças militares e para-militares encheram a principal estrada que atravessa a cidade de Guadalupe, para o Presidente da República Evaristo Carvalho, passar revista às forças.



“No seu discurso de 8 páginas, “o  Chefe de Estado enalteceu os ganhos que o país tem registado graças à acção do actual governo, que goza de estabilidade política e governativa, conquistada nas urnas em Outubro de 2014.



Exactamente no dia 7 de Outubro próximo, o povo volta a exercer o poder político. O Presidente, disse no acto central dos 43 anos da independência nacional que «tudo farei para que o maior número de observadores externos dos mais diversos quadrantes políticos e geográficos estejam presentes no nosso país, de modo que a tradicional credibilidade e realidade das nossas eleições não sejam distorcidas ou de alguma forma, postas em causa», frisou Evaristo Carvalhohttps://www.telanon.info/politica/2018/07/12/27391/lobata-foi-palco-do-43o-aniversario-de-uma-obra-inacabada/



Manuel Pinto da Costa, no 12 de Julho de 1975 

Naturalmente, que,  com  observadores da  confiança do regime e com as mesas de voto, sob controlo absoluto e a justiça açaimada: - Basta lembrar que, na fraudulenta eleição presidencial,  que  elegeu Evaristo de Carvalho,  a CPLP, presidida por Maria do Carmo Trovoada, quem esta impostora  foi chamar para liderar a chefia dos Observadores da CPLP, foi o seu tio Miguel Trovoada, único presidente da República que agora compareceu a esta encenação, mais para atemorizar o povo, com as forças militares em grande parada, de que para o   tranquilizar quanto ao seu futuro.


PATRICE TROVOADA – TAMBÉM BOTOU FIGURA – Vá lá que desta vez até por justa razão - Refere ainda o Téla Nón que, no mesmo acto central o governo através do Primeiro-ministro Patrice Trovoada, homenageou 3 figuras são-tomenses ligadas a cultura, nomeadamente os músicos Felício Mendes e Zezito Mendes.

Nélia Xavier, filha de Nuno Xavier Dias, o engenheiro que declarou a independência de São Tomé e Príncipe no dia 12 de Julho de 1975, enquanto Presidente da Assembleia Constituinte, também recebeu homenagens do Estado são-tomense, em honra ao seu pai



ALMIRANTE ROSA  COUTINHO E NUNO XAVIER A  VOZ DAS DUAS FIGURAS QUE PROTAGONIZARAM A HISTÓRICA ASSINATURA  DA INDEPENDÊNCIA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE - - NENHUMA  DELAS É VIVA






Neste video - Além das palavras históricas de Nuno Xavier e Rosa Coutinho, em 12 de Julho de 1975,  a breve entrevista que registei do Almirante  Rosa Coutinho, por ocasião do funeral de Salgueiro Maia - Um dos capitães de Abril 


Na breve entrevista, que então me concedeu,  em 4 de Abril de 1992,  na sequência das declarações que procurava recolher das várias personalidades,  Rosa Coutinho, não deixou de fazer  rasgados elogios ao militar que tão cedo a morte colheria:  

"Todos nós que fizemos a Revolução de Abril, consideramos Salgueiro Maia, um dos nossos, vemos, portanto, o seu falecimento como uma perda significativa. É evidente que os capitães de Abril irão morrendo: é pena que, no caso de Salgueiro Maia, e de outros, tenha sido tão cedo. Mas recordá-lo-emos sempre, como um homem muito digno! Um homem de grande coragem moral e física! Um homem de isenção exemplar. Um homem que nunca procurou honrarias, que nunca procurou benefícios pessoais e, cuja atitude, como Capitão de Abril, perdoará para a história: um homem com grande capacidade de sacrifício, não apreciando a Ribalta nem militar nem política

Sim, tanto Rosa Coutinho, como  Nuno Xavier Daniel, então Presidente da Assembleia Constituinte,  assassinado a 11 de junho de 1976,  e de cuja fatalidade não há registo de pormenores, como o Almirante Rosa Coutinho, falecido, aos 84 anos, em 2 de Junho de 2005,  já não fazem parte dos vivos -  Porém, de ambos, ficam as imagens da histórica assinatura, na que era então a Praça de Portugal e passou a ser conhecida com a Praça da Independência.


SAUDAÇÃO ESPECIAL  - Da filha do Eng. Nuno Xavier - Saúdo todos os são-tomenses neste dia especial, o dia que celebra a independência e o nascimento da República Democrática de São Tomé e Príncipe. (...) O meu pai era um fervoroso defensor da democracia. Era um homem que tratava toda a gente por igual. Era, como dizem os seus colegas da Força Aérea, um “homem bom”. Generoso, amigo de ajudar, defensor da cultura e das tradições da terra que o viu nascer..https://www.telanon.info/suplemento/opiniao/2018/07/14/27409/a-proposito-do-dia-12-de-julho/

Foi a 12 de julho de 1975, que o antigo primeiro presidente da Assembleia Constituinte, Nuno Xavier, ao lado de Rosa Coutinho, oficial da Marinha portuguesa,  proclamou a independência do arquipélago são-tomense na Praça do mesmo nome no coração da cidade capital, São Tomé.



Outra das figuras histórias, que documentam as imagens do memorável acontecimento, como não podia deixar de ser, é de Manuel Pinto da Costa, líder do Movimento para a Libertação de São Tomé e Príncipe (MLSTP), então já nas vestes da República Democrática de STP. 


Na verdade, embora a independência de São Tomé e Príncipe não tenha na sua génese uma luta armada, como aconteceu em outros Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa Angola, Guiné-Bissau e Moçambique, nem por isso deixou de constituir o  corolário da resistência de um povo a uma colonização que manteve no arquipélago um regime de exploração esclavagista, quando, oficialmente, Portugal tinha abolido a escravatura em 1869.



"A nossa luta de libertação foi uma luta contra a exploração do homem pelo homem: ela não teria sentido se não servisse para destruir os males deixados pelo colonialismo. Temos de modificar as estruturas de produção, temos de criar bases que respondam às necessidades materiais e espirituais do nosso povo", proclamou Pinto da Costa, no discurso da independência.



TODAVIA. HOJE,  MAIS DE QUE NUNCA, AS ILHAS VERDES DO EQUADOR, VIVEM  A MAIS GRAVE CRISE PÓS INDEPENDÊNCIA.



43 anos depois, quando a esmagadora maioria  da população são-tomense vive abaixo do limiar da pobreza, num pais onde o ordenado mínimo é de 40 euros mensais e  a média das pensões é de uma esmola de 20 euros, excetuando  alguns avanços das áreas da educação e da saúde, facilmente se conclui que as promessas da independência estão ainda muito à quem de se cumprirem – E, mais preocupante ainda: é que, os ganhos que foram averbados com a instauração do multapartarismo, estão hoje ensombrados por um regime opressor, altamente corrupto e ditatorial



DADOS BIOGRÁFICOS DE ROSA COUTINHO



António Alva Rosa Coutinho, natural de Celorico da beira, onde nasceu em 14 de Fevereiro de 1926 — faleceu, em Lisboa, a 2 de junho de 2010, vitima de doença prolongada  

Oficial da Armada, passou grande parte da sua carreira naval a bordo — e, a partir de um certo momento, no comando — de navios hidrográficos. 

No período do 25 de Abril de 1974, era capitão de fragata e foi um dos elementos da Armada designados para integrar a Junta de Salvação Nacional (JSN); data de então a sua promoção a Vice-Almirante. Nos primeiros meses da nova situação, a sua actuação foi discreta; chegou a coordenar o Serviço de Extinção da PIDE-DGS e Legião Portuguesa.

Em finais de Julho, após a demissão do último Governador-Geral de Angola, General Silvino Silvério Marques, Rosa Coutinho foi chamado a substituí-lo, na qualidade de Presidente da Junta Governativa de Angola. Confirmado membro da JSN, após os acontecimentos de 28 de Setembro de 1974, ganhando a qualidade de Alto-Comissário em Angola, a partir de Outubro, Rosa Coutinho permaneceu no território até à assinatura dos Acordos de Alvor (Janeiro de 1975) entre o Estado Português e os três movimentos de libertação - Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) e União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA). A sua actuação em Angola é normalmente vista como favorável ao MPLA. Defendeu a integridade territorial de Angola contra o separatismo de Cabinda apoiado pelo Zaire

Afastado do CR no novo quadro pós-25 de Novembro, passado à reserva, não tendo mais voltado à ribalta político-militar.” – Fonte https://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_Rosa_Coutinho





SALGUEIRO MAIA  - Fernando José Salgueiro, nasceu em Castelo de Vide, no dia 1 de julho de 1944Faleceu no dia 4 de Abril de 1992 – Tinha então a patente de tenente Coronel – Foi um dos um dos capitães do Exército Português que liderou as forças revolucionárias da Revolução de 25 de Abril de 1974, que marcou o final da ditadura
 
A sua morte, aos 50 anos, foi então muito sentida, tanto por camaradas de armas, que o haviam acompanhado na madrugada daquela histórica data, como por várias personalidades, e também pelos portugueses, em geral, que compreenderam a importância do 25 Abril, como caminho aberto à liberdade, ao fim da guerra colonial  e aos ideais  democráticos

O seu corpo esteve em câmara ardente na capela da Academia militar, junto à qual registei para a então Rádio Comercial-RDP, breves declarações, de várias personalidades, militares e civis, acerca da sua memória, incluindo um general, cujo nome, já não me ocorre, assim como  do Almirante Rosa Coutinho, de Mário Soares, Hermínio Martinho, do então PRD e António Roque Gameiro

OUTROS PORMENORES DO APONTAMENTO QUE REGISTEI NOUTRO DOS MEUS SITES, ACERCA DA MORTE DE UM HOMEM CORAJOSO, HONRADO E HONESTO – UM DOS SÍMBOLOS DA REVOLUÇÃO DO 25 DE ABRIL

Um dos homens responsáveis pela democracia em Portugal e um do símbolos dos capitães de Abril – Um dos militares que arriscou a própria vida e nunca se arrependeu dessa sua ação meritória
Um homem honrado honesto, com brio, um apatriota e é com muita mágoa que se vê perder uma camarada que ainda estava na flor da vida “ – Palavras de um general, cujo nome me não ocorre
Rosa Coutinho - Todos nós que fizemos a Revolução de Abril, consideramos Salgueiro Maia, um dos nossos, vemos, portanto, o seu falecimento como uma perda significativa. É evidente que os capitães de Abril irão morrendo: é pena que, no caso de Salgueiro Maia, e de outros, tenha sido tão cedo. Mas recordá-lo-emos sempre, como um homem muito digno! Um homem de grande coragem moral e física! Um homem de isenção exemplar. Um homem que nunca procurou honrarias, que nunca procurou benefícios pessoais e, cuja atitude, como Capitão de Abril, perdoará para a história: um homem com grande capacidade de sacrifício, não apreciando a Ribalta nem militar nem política


Mário Soares – Senti imenso a morte do Tenente-Coronel, Salgueiro Maia: além de tudo o mais era um amigo dele mas fui sempre um admirador: foi um militar íntegro! Foi um herói do 25 de Abril! Participou no 25 de Novembro! Foi um combatente da liberdade. Devemos-lhe muito! 

Portugal, hoje, democrático e pluralista, deve muito à ação pessoal de Salgueiro Maia e, por isso, todos nós portugueses, se devem inclinar sobre a sua morte, que representa uma grande perda para  o país foi, digamos, um Campeão da Liberdade

Herminio Martino - Salgueiro Maia era um amigo especial e uma amigo particular: pela sua postura na vida, pela sua integridade, pela grande dignidade, com que se comportava e conduzia toda a sua vida, eu penso que ele é merecedor do maior respeito e admiração dos portugueses: pela coragem e determinação, com que conduziu a sua vida, penso que lhe devem muito: não só os portugueses, em geral, como o regime democrático, em que hoje felizmente vivemos

António Roque Gameiro  - Não era pessoa de criar o mais pequeno conflito, fosse com quem fosse; em cada um com quem se relacionava, era uma amigo Era uma honestidade muito grande e não se aproveitou de nada

Salgueiro Maia condecorado em gesto de "reparação histórica"

EXPRESSO - Se fosse vivo, o capitão de Abril Fernando Salgueiro Maia, faria 72 anos esta sexta-feira. Por causa de uma deslocação oficial, o Presidente da República antecipou a condecoração a título póstumo e a Grã-Cruz da Ordem do Infante foi entregue ontem à viúva do rosto mais conhecido da Revolução dos Cravos
Marcelo diz que este é um gesto de “reconhecimento da pátria portuguesa”, porque nunca é tarde para uma “reparação histórica”. A condecoração foi entregue a Natércia Salgueiro Maia, viúva do capitão de Abril, que se sentiu “reconfortada” com o gesto do PR.
Natércia recordou que o marido viveu momentos de “mágoa e tristeza pela forma como era tratado. Algumas vezes ouvi-o desabafar: Tratam-me como se eu fosse um traidor à Pátria, então, que me julguem. Infelizmente, o meu marido já não está entre nós. Por ele, sinto-me reconfortada pela decisão do senhor Presidente em lhe atribuir esta condecoração”. Agradeceu o gesto do PR considerando-o extensivo a todos os “implicados no 25 de Abril”, expressão que o marido gostava de utilizar. Marcelo condecora Salgueiro Maia

Biografia

Fernando José Salgueiro, natural  de Castelo de Vide, 1 de julho de 1944, tendo falécio em Lisboa, 4 de abril de 1992),  foi um dos capitães do Exército Português que liderou as forças revolucionárias durante a Revolução de 25 de Abril de 1974, que marcou o final da ditadura.

Filho de um ferroviário, Francisco da Luz Maia, e de sua mulher, Francisca Silvéria Salgueiro, frequentou a Escola Primária em São Torcato, Coruche, fixando-se subsequentemente em Tomar; concluiu o ensino secundário no Liceu Nacional de Leiria (hoje Escola Secundária Francisco Rodrigues Lobo), ingressando, em outubro de 1964, na Academia Militar, em Lisboa. Acabado o curso, Salgueiro Maia foi colocado na Escola Prática de Cavalaria (EPC), em Santarém, para frequentar o tirocínio. Na mesma instituição, ascendeu a comandante de instrução e integrou uma companhia dos comandos na Guerra Colonial. Depois da revolução, viria a licenciar-se em Ciências Políticas e Sociais, no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, em Lisboa
Em 1973 iniciam-se as reuniões clandestinas do Movimento das Forças Armadas e, Salgueiro Maia, como Delegado de Cavalaria, integra a Comissão Coordenadora do Movimento. Depois do 16 de Março de 1974 e do Levantamento das Caldas, foi Salgueiro Maia, a 25 de Abril desse ano, quem comandou a coluna de blindados que, vinda de Santarém, montou cerco aos ministérios do Terreiro do Paço forçando, já no final da tarde, a rendição de Marcelo Caetano, no Quartel do Carmo, que entregou a pasta do governo a António de Spínola. Salgueiro Maia escoltou Marcelo Caetano ao avião que o transportaria para o exílio no Brasil. Na madrugada de 25 de Abril de 74, durante a parada da Escola Prática de Cavalaria (EPC), em Santarém, proferiu o célebre discurso: Meus senhores, como todos sabem, há diversas modalidades de Estado. Os estados socialistas, os estados capitalistas e o estado a que chegámos. Ora, nesta noite solene, vamos acabar com o estado a que chegámos! De maneira que, quem quiser vir comigo, vamos para Lisboa e acabamos com isto. Quem for voluntário, sai e forma. Quem não quiser sair, fica aqui! Todos os 240 homens que ouviram estas palavras, ditas de forma serena mas firme, tão característica de Salgueiro Maia, formaram de imediato à sua frente. Depois seguiram para Lisboa e marcharam sobre a ditadura.[1] [2] A 25 de Novembro de 1975 sai da EPC, comandando um grupo de carros às ordens do Presidente da República. Será transferido para os Açores, só voltando a Santarém em 1979, onde ficou a comandar o Presídio Militar de Santarém. Em 1984 regressa à EPC. Excertos de  Salgueiro Maia –  Outros elementos também em Biografia de Salgueiro Maia (

 




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