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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Instituto Marquês de Valle Flôr - No reforço da cooperação com São Tomé e Príncipe – Uma das ONGD, mais antigas e ativas, nas Ilhas Verdes do Equador - Fundado em 1951, com o estatuto jurídico de Fundação. - E desde há 30 anos nas Maravilhosas IIhas Verdes do Equador

JORGE TRABULO MARQUES - JORNALISTA - INFORMAÇÃO E ANÁLISE 


XEMPLO DEVOTADO E DIGNIFICANTE DE BEM SERVIR O POVO-IRMÃO DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE – HÁ 3O ANOS - PELO INSTITUTO MARQUÊS DE VALLE FLOR - DESEJANDO QUE SEJA UMA OPORTUNIDADE PARA SER UMA EFEMÉRIDE JUSTAMENTE RECORDADA E ASSINALADA 
 




Além da CARITAS  de São Tome e Príncipe  (CSTP) inicialmente edificada como Organização-Não Governamental (ONG) com o contributo de inúmeros cidadãos santomense, destaca-se  IMVAF – INSTITUTO MARQUÊS VALE FLOR

  Fundado em 1951, com o estatuto jurídico de Fundação.  – Completa  três década em prol da solidariedade social  das maravilhosas Ilhas Verdes do Equador



Existem, em STP,  várias ONG, cuja atividade passa praticamente despercebida, pois, de um modo geral, o trabalho voluntarioso destas organizações, quando bem intencionado, é feito mais próximo das populações desprotegidas de que a pensar nos holofotes da ribalta dos media.

Naturalmente, cada uma  vai fazendo o que pode, mas, pelo que me é possível depreender, há, no entanto, aquelas, em que, seu generoso e solidário esforço, de tão profícua utilidade se revelar,  que   é  difícil passar despercebido: é o caso da cooperação prestada pelo Instituto Marquês Valle Flor, cuja atividade, mereceu especial atenção pelo  Presidente Marcelo Rebelo de Sousa, aquando da sua visita oficial a S. Tomé, nomeadamente, quando se deslocou ao Hospital Ayres Menezes, a que nos referiremos mais à frente. Para já, importa aqui referir a noticia, que aqui transcrevo, como muito gosto.

O Presidente do Conselho de Administração do IMVF, Paulo Telles de Freitas e o Administrador Executivo e Diretor de Projetos do IMVF, Ahmed Zaky foram recebidos pelo recém-empossado Primeiro-Ministro de São Tomé e Príncipe, Jorge Bom Jesus, durante uma missão de trabalho ao arquipélago são-tomense, que decorreu entre 28 de janeiro e 1 de fevereiro de 2 019 ” – Este interessante encontro passou despercebido nos media: por um feliz acaso, pude descobrir a informação no facebook https://www.facebook.com/imvfongd/ depois, no site oficial do IMVF -
.
"Na sequência desse encontro, a comitiva do IMVF foi recebida pela Ministra dos Negócios Estrangeiros, Cooperação e Comunidades de São Tomé e Príncipe, Elsa Pinto, tendo-lhe sido manifestada a total disponibilidade do IMVF para continuar a promover o fortalecimento da cooperação com o país, sobretudo nas áreas da saúde, educação e formação profissional



Decorreram também reuniões com o Ministro da Saúde, Edgar Naves, com a Ministra da Educação e do Ensino Superior, Julieta Rodrigues, com o Ministro do Trabalho, Solidariedade, Família e Formação Profissional, Adlander Matos e com o Ministro do Planeamento, Finanças e Economia azul, Osvaldo Vaz, bem como com o Embaixador Luís Gaspar da Silva na Embaixada de Portugal em São Tomé e Príncipe.



Acompanhar e avaliar a implementação dos projetos em curso e perspetivar novas ações de cooperação para os próximos anos foram os principais propósitos desta missão de trabalho ao arquipélago são-tomense.

De salientar também que, durante essa semana, decorreram no país as missões médicas no âmbito do Saúde para Todos – Rumo à Sustentabilidade nas especialidades de Gastroenterologia, Otorrinolaringologia, Imagiologia, bem como na área de Administração Hospitalar, com a realização de consultas, intervenções cirurgias, e ações de formação teórico-práticas.

Além dos programas de apoio nos setores da saúde e educação, de destacar que o IMVF iniciou em janeiro de 2019, em São Tomé e Príncipe, um projeto na área da governança e das políticas públicas em segurança alimentar."





PRESIDENTE PORTUGUÊS LOGROU FURAR O PROTOCOLO E VISITAR O HOSPITAL CENTRAL EM S. TOMÉ  

Marcelo Rebelo de Sousa, naturalmente que bem informado da dura realidade santomense, não quis deixar de ver,  com os seus olhos,  o que ia por  lá no único hospital de S. Tomé, já que os diversos edifícios hospitalares que existiam nas roças,  do tempo colonial, há muito deixaram de funcionar,  são meros esqueletos de ruínas

Na visita que então efetuou  ao Hospital Dr. Ayres de Menezes, para conhecer, no local, um exemplo da cooperação portuguesa na área da saúde em São Tomé e Príncipe, acompanhado pela Ministra da Saúde santomense, Maria de Jesus Trovoada, tendo então percorrido  os serviços de imagiologia, onde é exercida telemedicina, e o Bloco operatório deste que é o principal complexo hospitalar de São Tomé e Príncipe.

Eis o que então foi dito pela RTP  - “Marcelo fura programa e visita hospital em São Tomé e Príncipe: Não estava no programa oficial, mas o Presidente da República portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, fez questão de visitar um hospital em São Tomé e Príncipe, montado por Portugal.

Uma visita fora de horas e fora do programa: Marcelo foi ao Hospital, tendo declarado: “eu sou muito teimoso: tenho de ir ao  hospital!… E, de facto, vi e fiquei muito impressionado”  - Sim, felizmente com o esforço da  magia de tele-medicina paga pelo Estado Português  
https://www.rtp.pt/noticias/politica/marcelo-fura-programa-e-visita-hospital-em-sao-tome-e-principe_a1059364


 
DE RECORDAR A VISITA QUE, O PRESIDENTE, EVARISTO CARVALHO, FEZ À SEDE DO IMVF –  Aquando a “renovação  do “Projecto Saúde para Todos”
A visita ocorreu, em – Esta era a noticia dada pelo jornal Téla Nón:
“O Chefe de Estado São-tomnese, que visitou na manhã de quinta – feira a sede do Instituto Marquês de Valle Flôr (IMVF), em Lisboa, tomou conhecimento de forma detalhada do trabalho que o IMVF tem desenvolvido no país, nos últimos 29 anos, em parceria com o Estado são-tomense e com a sua sociedade civil.


Na ocasião Evaristo Carvalho celebrou a renovação por mais 4 anos do Programa Saúde para Todos. Cerca de 4 milhões de euros, vão garantir a continuidade das acções do projecto em São Tomé e Príncipe
O Chefe de Estado São-tomnese, que visitou na manhã de quinta – feira a sede do Instituto Marquês de Valle Flôr (IMVF), em Lisboa, tomou conhecimento de forma detalhada do trabalho que o IMVF tem desenvolvido no país, nos últimos 29 anos, em parceria com o Estado são-tomense e com a sua sociedade civil.
Na ocasião Evaristo Carvalho celebrou a renovação por mais 4 anos do Programa Saúde para Todos. Cerca de 4 milhões de euros, vão garantir a continuidade das acções do projecto em São Tomé e Príncipe.

Uma nota enviada pelo Instituto Marquês de Valle Flôr à redacção do Téla Nón, dá conta que o Presidente da República, salientou a importância dos projectos do IMVF para o desenvolvimento de São Tomé e Príncipe e para a melhoria da qualidade de vida da população são-tomense.

Na visita a sede do Instituto Marquês de Valle Flôr, o Chefe de Estado, manifestou-se em casa. «Ao estar por baixo do tecto deste Instituto, sinto que estou perfeitamente em São Tomé. Já conhecia bem este Instituto, as suas acções começaram há já 30 anos, e sempre fui acompanhando o trabalho em São Tomé, nas áreas da Educação, Saúde, entre outras, portanto é uma felicidade estar hoje em Lisboa, na sede do Instituto», declarou Evaristo Carvalho.

Paulo Freitas, Presidente do Conselho de Administração do IMVF, realçou a honra de receber o Presidente do país onde a ONGD, actua marca presença desde 1988. «Esta é uma casa que respira África, e que respira São Tomé desde a sua nascença. São praticamente 30 anos de colaboração entre o Instituto e São Tomé, com muitos sucessos, reconhecidos a nível nacional e internacional, envolvendo sectores chave como a Saúde, Educação, Segurança Alimentar e Desenvolvimento Rural, Água e Saneamento Básico, pelo que, ao longo dos anos, o Instituto continua a ser parceiro na cooperação com São Tomé e Príncipe», afirmou Paulo Freitas.


(..) O IMVF é uma Fundação portuguesa de direito privado, que tem como missão a promoção do desenvolvimento sustentável, particularmente nos países de língua portuguesa.Abel Veiga / Fonte Instituto Marquês de Valle Flôr https://www.telanon.info/politica/2017/05/11/24385/pr-celebrou-a-renovacao-do-projecto-saude-para-todos/
 -projecto-saude-para-todos/





Hospital Ayres de Menezes já tem telemedicina  -9 de Março de 2011
Por Téla Nón  - O Instituto Marquês de Valle Flor e a cooperação portuguesa, foram os responsáveis pela tecnologia que está a melhorar a prestação de cuidados médicos e ao mesmo tempo a formação do pessoal clínico são-tomense.
A plataforma instalada no hospital Ayres de Menezes pelo Instituto Marquês de Valle Flor, em parceria com a Fundação Portugal Telecom, oferece aos pacientes são-tomenses o acompanhamento médico em 20 especialidades. Os médicos especialistas portugueses vão interagir com os clínicos são-tomenses, em matéria de consultas, realizações de exames e na administração do tratamento aos pacientes.
A plataforma instalada, pode funcionar 24/24 horas. «Pode ser utilizada no campo da tele-consulta, trazendo doentes por exemplo do foro da cardiologia fazendo eco grafia, e tendo o cardiologista do outro lado (em Portugal), assim como radiologia, enviando imagens ediscutindo imagens, etc», explicou Celeste Alves, técnica portuguesa.- EXCERTO DE  https://www.telanon.info/sociedade/2011/03/09/6483/hospital-ayres-de-menezes-ja-tem-telemedicina/


Instituto Marquês de Valle Flôr homenageia Doutora Julieta da Graça Pinto do Espírito Santo

17-DEZ. 2008 - Primeira médica são-tomense, Julieta do Espírito Santo, deixou o mundo dos vivos no dia 2 de Janeiro de 2008, aos 86 anos de idade. Considerada como mãe da enfermagem são-tomense devido ao papel desempenhado na formação dos quadros de saúde do arquipélago, Julieta do Espírito Santo, foi homenageada terça-feira pelo instituto marquês de Valle Flôr, entidade para qual trabalhou a partir de 1995, através da colocação de um busto no jardim do Ministério da Saúde.Após a formação em medicina e cirurgia pela faculdade de medicina da universidade de Coimbra-Portugal, em 1955 Julieta do Espírito Santo, regressou três anos depois para a sua terra natal, para nunca mais dela sair.

Dedicou grande parte da sua via ao trabalho abnegado em prol da melhoria das condições de vida das populações, sobretudo no domínio da saúde. O Presidente da República Fradique de Menezes que marcou presença no acto de apresentação do busto da médica colocado no jardim do ministério da saúde. No interior do edifício também vinga uma fotografia de Julieta do Espírito Santo mesmo no centro do átrio principal. - EXCERTO Abel Veiga https://www.telanon.info/sociedade/2008/12/17/737/instituto-marques-de-valle-flor-homenageia-doutora-julieta-da-graca-pinto-do-espirito-santo-2/







«Saúde para todos» em São Tomé e Príncipe: histórias de voluntariado e muita dedicação
15/06/2015 -O livro Saúde Para Todos: 25 anos ao serviço de São Tomé e Príncipe não é apenas a história de um programa de desenvolvimento na área da Saúde, premiado e reconhecido internacionalmente. São várias histórias, feitas de voluntariado e muita dedicação. Paulo Freitas, médico internista e presidente do Instituto Marquês de Valle Flôr, percorre 25 anos de memórias de coopera ção com São Tomé e Príncipe.

São Tomé e Príncipe tem hoje o melhor indicador de Saúde da África Subsariana, mas nem sempre foi assim. Há um quarto de século havia apenas uma mão cheia de boa vontade. O Instituto Marquês de Valle Flôr (IMVF), uma organização não governamental para o desenvolvimento que realiza ações de ajuda humanitária e cooperação em diversas áreas nos países de expressão portuguesa, deu o impulso que faltava. A aventura está agora retratada em livro, ao longo de mais de 200 páginas.


Paulo Freitas, médico internista e presidente do IMVF, é o pivô do programa de Saúde e do livro. É ele que conta a história e enquadra as dezenas de depoimentos de quem ajudou a transformar um modelo falido de Saúde numa referência. “Este é um livro diferente sobre Cooperação em Saúde, desde logo porque não tem um autor, mas centenas, que foram os obreiros de um dos melhores programas de cooperação em saúde, reconhecido nacional e internacionalmente”, sublinha o médico


Mas esta é também uma obra inacabada, como são todas as que o IMVF empreende. “É um novelo onde se vai sempre puxando o fio”, diz. E, ao puxar o fio, puxa também gente. A proximidade com que o trabalho é feito no terreno faz com que sejam as pessoasa procurar o projeto. Cada vez há mais braços para puxar este e outros novelos, garante
A aventura começou há precisamente 28 anos, tantos quantos tinha na altura o jovem médico Paulo Freitas quando desembarcou em São Tomé. Chegou sem objetivos traçados, mas resolvido a dar rumo à instituição fundada pela sua bisavó, a marquesa de Valle Flôr. Rumou a Mé-Zochi, onde estava implantado o único hospital que funcionava na ilha, o Hospital Monte Café. E encontrou o rumo que procurava.


“Era um hospital falido. O modelo de Saúde do país também estava falido. Primeiro, foi preciso encontrar financiamento; depois, atuar na prevenção e recuperar os centros de saúde do distrito”, explica, acrescentando que, atualmente, a rede já cobre todo o território nacional.

Mas Paulo Freitas não embarcou sozinho nesta epopeia. Contou com o espírito empreendedor de outro médico que chegara um ano antes, Ahmed Zaky, de nacionalidade egípcia. “Juntos, iniciámos o projeto de Saúde Mé-Zochi”, conta. Estávamos em 1988. Ahmed Zaky continua ainda hoje no Instituto Marquês de Valle Flôr como diretor de projetos. - Excerto dhttps://justnews.pt/artigos/saude-para-todos-em-sao-tome-e-principe-historias-de-voluntariado-e-muita-dedicacao#.XGIVgbjgrIU
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Artigo (pode ser lida na íntegra AQUI) publicado na edição de abril de LIVE Medicina Interna. 
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OBJETIVOS E HISTÓRICO DO IMVF - Fundado em 1951, o IMVF – Instituto Marquês de Valle-Flôr é uma ONGD com o estatuto jurídico de Fundação. É uma entidade privada, sem fins lucrativos, reconhecida como instituição de utilidade pública. A sua missão é a promoção do desenvolvimento socioeconómico e cultural nos países de língua portuguesa. Membro de várias redes que dão voz ao sector das ONG, como a Plataforma Portuguesa das ONGD, faz parte ainda do Centro Português de Fundações e do European Foundation Centre. A sua sede localiza-se em Lisboa, com representações e escritórios em Angola, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

O seu objectivo principal é a realização de programas de Cooperação para o Desenvolvimento, de Educação para o Desenvolvimento e de Ajuda Humanitária. Desde a sua fundação, o Instituto tem vindo a desenvolver projectos e outras iniciativas nos Países de Língua Portuguesa, estando desde o ano 2000 presente em todos eles. Toda a sua actividade rege-se por um trabalho em prol da equidade social, política, económica e de género, procurando a inclusão social dos grupos mais vulneráveis das sociedades e pela gestão e execução dos projectos com rigor. Além disso, promove a valorização do espírito de parceria, trabalhando em estreita colaboração com parceiros locais, nacionais e internacionais e com os próprios beneficiários dos projectos.

Na prossecução dos projectos o IMVF dá especial atenção à sustentabilidade das acções, envolvendo, capacitando e responsabilizando as comunidades beneficiárias dos projectos e alcançando assim uma cooperação mais eficaz. Nesse sentido, procura valorizar os recursos humanos locais, através da contratação de pessoal técnico local e do reforço permanente das suas competências, estimulando a fixação de quadros.
O objectivo do IMVF para o futuro passa por fortalecer o desenvolvimento socioeconómico em espaço lusófono através de projectos sustentáveis desenvolvidos em parceria com os seus beneficiários. Pretende ainda reforçar a sua intervenção em países como Timor-Leste e Moçambiqu https://cesa.rc.iseg.ulisboa.pt/index.php/dicionario-da-cooperacao/Glossary-1/I/IMVF-%e2%80%93-Funda%c3%a7%c3%a3o-Instituto-Marqu%c3%aas-de-Valle-Fl%c3%b4r-268/




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